sexta-feira, 26 de junho de 2015

Ressonância Límbica: O que é? Como age? Quem pode viver esse processo?




Por  Paulo Bregantin

Ressonância Límbica é uma capacidade dos mamíferos de entrar em sintonia com as manifestações internas dos outros. É a capacidade de sentir e até mesmo entender o que o outro sente, é um fenômeno que podemos dizer físico, anatômico, psicológico e espiritual.
A Ressonância Límbica facilita a leitura das emoções das pessoas que nos cercam, de modo que intensificamos nossas sensibilidades e percepções aos sentimentos e emoções das pessoas que estão em contato conosco. É uma capacidade “não verbal” que permite a adaptabilidade do nosso comportamento, sem ferir ou agredir as emoções das pessoas que nos rodeiam.
Esse processo acontece quando ficamos face a face e olhando para os olhos das outras pessoas, como se fosse “amor a primeira vista”. Outros exemplos que podemos dar sobre a Ressonância Límbica é o que sentimos como “frio na barriga”, quando o coração acelera e não temos como controlar. As mamães e papais sentem quando necessitam acordar de madrugada para aquietar seus filhos. Quando os olhos dos papais e mamães encontram os olhos dos bebês que choram e, do “nada” vão aquietando, isso é a Ressonância Límbica.
Diferente de animais, como por exemplo a tartaruga que coloca a cabeça e os membros dentro do casco, os seres humanos são seres sociáveis e a todo momento estão exercitando a Ressonância Límbica, pois a cada contato visual ou sensitivo estamos liberando esse processo em nossas vidas. Essa sintonia, se assim podemos chamar, permite uma regulagem das nossas manifestações emocionais, e é fundamental para o início e manutenção dos relacionamentos.
A Ressonância Límbica é um processo cérebro-emoção (Razão – Emoção) com desdobramentos físicos e mentais imediatos. A troca entre as pessoas acontecem em milésimos de segundos. É um olhar, um toque, um gesto, uma sensação e pronto, Estamos conectados no processo da Ressonância Límbica. É algo maravilhoso. Afeta o batimento cardíaco, a regulação hormonal, as funções imunológicas e todas as características do sono. Sim! Todos os estágios do sono inclusive o sono REM.
Quanto mais exercitamos a Ressonância Límbica mais demonstra que estamos apaixonados pelas pessoas e por nós mesmos, já a baixa Ressonância Límbica é a causadora das barreiras entre as pessoas e o afastamento de si mesmo e dos outros em nossa vida.
Engraçado, pois quando somos crianças (desde bebês), existe dentro de nós uma busca incessante pelo processo de Ressonância Límbica pelos pais, pois acredita-se que por não conhecer ainda o mundo exterior e suas possibilidades vivemos apegados aos pais e, isso é fundamental para o nosso desenvolvimento como pessoa e aprendizado da conservação e prazeres da vida. Porém, quando iniciamos o processo de independência e diminuímos a dependência dos pais e dos nossos cuidadores perdemos “parte” desse processo fisiológico e espiritual da Ressonância Límbica.
O afastamento do processo da Ressonância Límbica, pode ser o causador de dores profundas que chamo de “dores da alma” e, consequentemente produzir traços de depressão e ansiedade, pois quando ficamos sem olhar para as pessoas e perdemos a sensibilidade das questões da vida corremos o risco de desviar do caminho normal da vida. Dessa forma, ficamos mal-humorados, tristes, angustiados e desenvolvemos doenças psicossomáticas.
Já quando estamos buscando (consciente ou inconsciente) o processo da Ressonância Límbica, podemos desenvolver o bom humor, dando cores às lembranças da vida, criando possibilidades para as questões da vida, abrindo o mundo de oportunidades, verificando as percepções de si mesmo e dos outros, diminuindo os julgamentos e aumentando o carinho com as outras pessoas, criando enfim um desejo de interdependência e mutualidade, gerando o desejo intrínseco de viver em comunidade e comunhão com as pessoas.
Claro que com advindo das redes sociais perdemos um pouco desse processo, pois hoje estamos vivendo um novo tempo e, precisamos nos adaptar a essas realidades, pois não creio que o mundo vai voltar, mas que seremos cada vez mais consumidos pela tecnologia e informações digitais. Então, torna-se fundamental nutrir as amizades e os relacionamentos familiares.
A Ressonância Límbica é um processo maravilhoso que podemos retomar dentro de nós mesmo e quem sabe aprender a cada dia e, com os que nos rodeiam, que a sensibilidade e as emoções são passadas de pessoa em pessoa e, que somos um todo dentro de tudo e que não podemos viver isoladamente, mas em coletividade, harmonia e amor.
Nós somos muito mais que razão, somos emoção e espiritualidade. Somos infinitamente mais que imaginamos, pois quem nos criou, nos deu algo muito maior que nem temos ideia. Cada pessoa tem em si mesma uma fagulha divina e que pode acender a si mesmo e tantas fagulhas que conseguir.
Todas as mudanças estão dentro de nós. Todos nós podemos viver esse processo chamado Ressonância Límbica.


OBS: O autor, com 25 anos de atuação profissional, é Psicanalista Clínico e escritor com várias obras publicadas. Atua nas redes sociais como dono, gerenciando a página Paulo Bregantin e o Grupo Psicanálise Integrativa. Texto reproduzido com sua permissão e extraído com fotos de http://horoscopovirtual.uol.com.br/artigos/ressonancia-limbica-o-que-e

sábado, 20 de junho de 2015

Breves Considerações Sobre os "Mortos-Vivos" de Dostoiévski



  Por Levi B. Santos

Debruçar-se sobre as obras literárias do fenomenal escritor russo, Fiódor Dostoiévski é o mesmo que mergulhar no profundo e sombrio abismo da psique — instância que à semelhança do tenebroso oceano ― esconde em seu interior monstros, fantasmas e tesouros incrustados em carcaças de embarcações perdidas no tempo.

Nas entrelinhas de seu antológico conto, “Bobók”, o autor revela como funciona o mecanismo psíquico (consciente/inconsciente). Seus escritos de caráter dialógico mostram, de forma nítida e serena, que o desejo do outro está sempre infiltrado em nossas ações e reações. “Cada um de nós é um EU somente porque há um conceito do Outro” — diria mais tarde, Jacques Lacan.

Bobók”, conta a história de Ivan Ivánitch: um bêbado que sofre de alucinações vai a um enterro e, depois de todo mundo ter ido embora do cemitério, resolve descansar um pouco sobre a laje de uma sepultura e, de repente, começa a ouvir vozes abafadas vindo de dentro dos túmulos a seu redor. Os mortos se identificam e começam a conversar entre si, como se a consciência humana continuasse a existir por algum tempo depois da morte. Sabedores que tinham, agora, total liberdade, diferente das condições terrenas, decidem, divertidamente, contar seus causos que, na vida anterior, mantinham guardados sob sete chaves.

Mas por enquanto eu quero é que não se minta. É só o que quero, porque isso é o essencial. Na terra é impossível viver e não mentir, pois vida e mentira são sinônimos; mas, com o intuito de rir, aqui não vamos mentir. Aos diabos, ora, pois o túmulo significa alguma coisa! Todos nós vamos contar em voz alta as nossas histórias já sem nos envergonharmos de nada. Serei o primeiro de todos a contar a minha história[…]. Abaixo as cordas, e vivamos esses dois meses na mais desavergonhada verdade.” (Bobók – página 35)

Eis que involuntariamente, Ivan Ivánitch, nauseado pelo forte odor de corpos em decomposição dá um sonoro espirro, o bastante para calar os mortos-vivos. Tudo ficou em um silêncio sepulcral.

Não acho que tenham sentido vergonha de mim: haviam resolvido não se envergonhar de nada! Esperei uns cinco minutos e… nem uma palavra, nem um som. Também não dá para supor que tenham temido ser denunciados à polícia; porque, o que a polícia pode fazer neste caso? Concluo involuntariamente que, apesar de tudo, eles devem ter algum segredo desconhecido dos mortais, e que eles escondem cuidadosamente de todo mortal.” (Ivan Ivanitch – página 37)

Traduzindo os elementos do conto “Bobók” pela via metafórica, o que se evidencia? O polêmico Slavoj Zizek faz uma incursão sobre a assertiva dostoievskiana de que “Sem Deus tudo é permitido”. Para ele, o que o escritor russo quer retratar em sua ilustração de um apavorante “Universo sem Deus” em que “tudo é permitido” é o mundo imaginário do fundamentalista religioso. Se o Deus do cristão está lá, irreversivelmente com eles, então poderiam concluir, “Com Deus tudo é permitido”. Por que não?

Mas eis que o espirro inesperado do observador/narrador faz calar os mortos. Paradoxalmente, o que isso significa, senão o entendimento de que o impulso de contar toda a verdade não é livre? A presença incômoda do “outro-ouvinte-testemunha” barra ou impede os “vivos-mortos” de expor sem amarras os seus recalques.

A imagem desse agente ético repressor internalizado é o que Lacan denominou, o “Grande Outro”, que Freud rotulou de Superego, que o mundo judaico-cristão percebe como um Ser antropomórfico radicado nas maiores alturas. Ao que parece, não há jogo sem essas instâncias patriarcais. Diante da impossibilidade de eliminar por completo o olho dessa “imago paternaque espreita o homem de perto, fazer uma trégua ou acordo amigável com ela, seria a solução mais viável.

Para que a fábula dos “mortos-vivos” não se transforme numa “mentira Suprema”, é bom dissecá-la pelo lado avesso. Só desta forma, é que poderíamos colher uma real compreensão do que se passa nos escaninhos desse ambivalente “reino psíquico”.

No mundo judaico-cristão não é raro a citação — “Universo sem Deus” , para expressar o desconforto do crente frente àquele que se diz ateu. O que o fiel piedoso talvez não saiba é que esse “Utópico Universo Psíquico sem Mediador” percebido no OUTRO, nada mais é que a projeção do submundo reprimido da própria religião, recalcada nos porões de sua mente. A proteção rígida do idealista religioso contra o gozo jubiloso do “pagão” não passa de uma reação defensiva contra o que existe no outro – causa de seu desconforto. No fundo, o que ele percebe como “terreno inóspito do pagão sem Deus”, na verdade, é o seu sonho supremo. Como dizia, Chesterton: “...mas dentro dessa proteção desumana, você encontrará a velha vida humana dançando como dançam as crianças e bebendo vinho como bebem os homens, pois o cristianismo é a única moldura para liberdade pagã.”

Na verdade, o que os “mortos-vivos” de Dostoiévski escondem do personagem, Ivan Ivánicth (símbolo do Outro), é o “obsceno gozo compulsivo de sua natureza”. O espirro que fazem calar os mortos, impedindo de contarem suas vergonhas, é o cruel Superego entronizado nas profundezas psíquicas. A volta, enfim, do silêncio sepulcral, é sinal de que os “mortos” continuam mais vivos do que nunca no imaginário do escritor.


Por Levi B. Santos
Guarabira, 13 de junho de 2015



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Sociedade e governo justos



"Eis aí está que reinará um rei com justiça, e em retidão governarão príncipes. Cada um servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio [abrigo ou cobertura] contra a tempestade, de torrentes de águas em lugares secos e de sombra de grande rocha em terra sedenta. Os olhos dos que vêem não se ofuscarão, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos. O coração dos temerários [precipitados] saberá compreender, e a língua dos gagos falará pronta e distintamente." (Is 32:1-4; ARA)

Na passagem bíblica acima reproduzida, Isaías fala sobre o governo de um justo monarca que, num contexto imediato da época do autor, poderia ser o rei Ezequias, sendo que muitos cristãos logo identificam esse trecho das Sagradas Escrituras como uma das referências proféticas do Antigo Testamento a Jesus de Nazaré (antes de seu nascimento). No entanto, pode-se considerar também que a citação em tela corresponde a um anseio das pessoas íntegras em todos os tempos e lugares, expressando tudo aquilo que desejamos em relação ao nosso querido país.

Talvez alguém venha a dizer que esse trecho do livro de Isaías esteja alimentando a crença num messianismo infantil configurado na vinda de um "salvador da pátria", no sentido de que algum dia teríamos um governante capaz de resolver todos os nossos problemas. Porém, não interpreto a mensagem por este ângulo pois o texto fala de um ministério de homens retos (os "príncipes") e da solidariedade assistencial entre as pessoas. Ou seja, o "rei", que hoje seriam os nossos prefeitos, governadores e a presidenta, não agirá sozinho na promoção da justiça social.

Muitas vezes o povo culpa os governantes pelo fracasso dos projetos coletivos, mas há um esquecimento de que todos têm uma parcela de responsabilidade pelos resultados em maior ou menor grau. E, numa democracia participativa, na qual somos chamados para contribuir com propostas e opiniões, tornamo-nos ainda mais responsáveis! Até mesmo porque hoje em dia é a população quem elege os seus legisladores e gestores diferentemente de uma monarquia absolutista da Antiguidade, valendo afirmar que o cidadão frequentemente se corrompe a ponto de trocar o seu apoio político por benefícios individuais tais como o recebimento de dinheiro, a nomeação para cargos públicos, a obtenção de emprego para algum parente, a solução de um problema pendente da prática de atos oficiais, o favorecimento em negócios institucionais, etc...

É compreensível que um ser humano vivendo em estado de necessidade, debaixo de um condicionamento escravizador, encontre dificuldades de pensar no bem estar do seu próximo quando o mesmo precisa salvar primeiramente a sua pele. Contudo, a partir do momento em que uma sociedade se direciona por interesses egoístas, ou sucumbe ao comodismo paralisante dos prazeres, ocorre um adoecimento coletivo capaz de criar um ambiente generalizado de injustiças. É o que estamos vivendo hoje neste país em que, apesar de algumas exceções, cada qual quer cuidar mais de seus próprios negócios.

Na profecia de Isaías, embora as adversidades naturais não cessem, eis que o reinado justo vem corresponder à atitude amorosa entre as pessoas de uma sociedade, o que permite ao povo superar os desafios que se apresentam fortalecendo a unidade nacional. Por isso o enfrentamento de enchentes, secas, terremotos, guerras, carestias e de enfermidades abranda-se quando ocorre uma cooperação mútua com os mais fortes socorrendo os fracos na medida de suas possibilidades. Já num país corrompido, as catástrofes e a miséria alheia chegam a ser vistas como oportunidades para os espertos se darem bem em cima de cada necessidade.

Nessas horas, uma sociedade e um governo justos têm olhos para ver e ouvidos para ouvir. Em outras palavras, os anseios dos mais carentes não ficam ignorados. Antes há uma atenção humanitária quanto ao sofrimento do próximo fazendo com que tanto as políticas públicas como a liberalidade assistencial tornem-se ações eficientes para a satisfação das demandas sociais básicas.

Para que tudo isso seja alcançado é preciso ter um espírito compreensivo (verso 4). O "coração", segundo a concepção bíblica hebraica, seria o interior do homem que governa a prática de seus atos externos. Tem a ver com os nossos pensamentos, motivações, intenções, os sentimentos mais íntimos e, principalmente, com a base do caráter, incluindo-se aí a nossa vontade. Logo, se desejamos viver num mundo onde reine a justiça, torna-se indispensável o exercício da compreensão. Em outras palavras, devemos despertar o amor e a bondade existentes dentro da gente procurando nos colocar no lugar do outro que está sofrendo. Só assim é que realmente vamos caminhar rumo a um futuro glorioso construindo um patrimônio ético para as futuras gerações. Do contrário, será tudo enganação política e religiosa.

Um ótimo dia para todos!


OBS: Ilustração acima extraída de http://www.mda.gov.br/sitemda/sites/sitemda/files/imagem_destaque/15840791.jpeg

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Façamos do Brasil um país pensante!




Nos últimos anos, o Brasil ampliou o acesso à educação como todos sabemos. Porém, a sociedade ainda aguarda uma significativa melhoria na qualidade do ensino ministrado nas escolas públicas.

Quando se fala em qualificar o ensino, há que se incluir aí um modelo de educação que forme livres pensadores. Ou seja, alunos com senso crítico capazes de refletir, agir com dinamismo e exercitar a criatividade. Não basta o educando acumular conhecimento teórico memorizado, pois é necessário compreender e saber como aplicar a informação recebida.

Como havia comentado na postagem de 23/05 do meu blogue (Coragem!), tenho feito a leitura do excelente livro Coragem para evoluir do administrador de empresas Luciano Vicenzi, o qual dedicou algumas páginas de sua instrutiva obra para tratar da instituição escola, comentando acerca dos estímulos à criatividade dado aos alunos em alguns modelos de ensino mais avançados. Segundo ele, estes seriam trabalhos que buscam desenvolver a habilidade do educando a fim de tornar o estudo algo divertido, sem deixar de ser produtivo.

Acontece que essas inovações no sistema ainda constituem exceções dentro da escola brasileira. Segundo o citado autor, o modelo atual de educação mais comum "pouco ensina a pensar, mas, prioritariamente, obedecer". E complementa:

"As manifestações mais espontâneas, diferentes daquelas preestabelecidas há várias gerações, sem qualquer revisão, são imediatamente reprimidas. Parte-se do princípio de que o diferente pode ser perigoso. Quando começariam a despontar as qualificações da consciência para a vida, sobrevem o reforço dos comportamentos da ideologia dominante, a massificação das repressões, autoritarismos e condicionamentos predeterminados. O indivíduo, ainda em formação, tem as posturas mais originais tolhidas, sem uma análise mais profunda das raízes e conseqüências dessas atitudes, da validade ou do conteúdo informacional das mesmas. Os próprios colegas, quando já trazem assimiladas as formas de repressão que lhes foram impostas, passam a pressionar esta criança que, discordando desse modo de agir, vê-se deslocada." (1ª edição. Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, 2001, pág. 43)

Até quando teremos instituições de ensino que ainda reprimem o saber, a criatividade e a iniciativa de pesquisa?!

O fato é que precisamos tomar a consciência de que as escolas brasileiras e o próprio ambiente social no país ainda não são propícios para o desenvolvimento da criatividade. Não é por menos que somos importadores de tecnologia de ponta e perdemos inúmeros cientistas brilhantes para o estrangeiro. Também muitas crianças talentosas diferentes das demais não desenvolvem o aprendizado nessas instituições e, contrariamente ao que se deseja, saem das aulas bloqueadas para o aprendizado.

Criar um Brasil pensante neste alienante século XXI não será tarefa fácil. Além da escola, há que se levar em conta o ambiente familiar do indivíduo, a influência da religião (quase sempre emburrecedora), os diversos grupos de convivência social entre os quais costumam faltar estímulos para um debate instrutivo e também as redes de internet em que a leitura de textos vem sendo substituída por rápidas "curtidas". Porém, é preciso mudar com ousadia essa realidade sendo importantíssima a atitude motivacional do líder a exemplo não só dos professores como também dos pais, dos gestores empresariais, dos chefes das repartições públicas, dos ministros eclesiásticos e dos próprios pensadores em geral, tornando-se todos conscientes desse elevado dever ético para com a humanidade.

Um ótimo final de semana a todos!


OBS: A ilustração acima refere-se a uma foto da escultura feita em bronze O Pensador (1904), do artista francês François-Auguste-René Rodin (1840 — 1917), a qual se encontra no Museu Rodin, Paris, França, conforme extraído do acervo virtual da Wikipédia em http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Paris_2010_-_Le_Penseur.jpg
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