sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Orfão



Eu que nunca vi meu pai, agora perdi o rumo, perdi a direção

Descobri que o meu pai nunca foi meu pai, e agora viverei pagão?




A queda foi grande, tamanha foi a decepção, mas não vou ficar aqui lamentando; Chorar não é a solução. Tenho que caminhar sozinho reencontrar a direção




Cada queda uma experiência, cada experiência uma decepção
Conclui que eu estava errado, quando pensava ter razão




Meu nascimento foi traumático, cai nos pés de uma parteira, dei com a cabeça no chão
Invés de roupas de bebê, uma mortalha, no lugar de um berço, me compraram um caixão




Mas eu resisti firme e hoje estou aqui, prá provar que meu pai existe, ou que uma força me trouxe até aqui, eu não sou órfão não!




A resposta não importa, sinto que esta força esta viva dentro de mim, viver é o que importa, a resposta é apenas uma suposição




Viver é a duvida da certeza...morrer é a unica coisa certa então...

OBS: Em respeito e consideração ao Eduardo Medeiros e outros confraternos, voltei atras da minha decisão...brindemos a vida, a amizade o amor e a comunhão, se isto não for Deus...valeu a intenção
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