domingo, 26 de maio de 2013

A Poderosa Dilma na FORBES


Por Levi B. Santos


 A revista americana, Forbes, internacionalmente conhecida pelas publicações periódicas de listas que incluem as personalidades mais poderosas e influentes do mundo, acaba de eleger Dilma Rousseff como a segunda mulher mais poderosa do mundo, perdendo apenas para Ângela Merkel ― primeira ministra da Alemanha. Michelle, esposa do presidente dos EUA ficou com o quarto posto: a imprensa diz ter sido fruto da inabilidade do Obama que, ultimamente, tem passado os pés pelas mãos.


É praticamente impossível, quando se fala em poder, esquecer o escritor político, Maquiavel (1469 ― 1527) que, no seu best seller, “O Príncipe”, dissecou melhor do que ninguém, os meandros desse sedutor fenômeno humano. Tornaram-se tão diabólicos os conceitos desse renomado mestre, que o adjetivo “maquiavélico” ficou gramaticalmente definido como coisa altamente pejorativa.

Maquiavel, foi quem primeiro na política, ensinou como o governante deveria reger os seus súditos, para que seu poder perdurasse por longos dias ― publicando enfim um manual contendo regras para que os reis ou príncipes pudessem manter indefinidamente seu poder, ampliando suas conquistas; para isso era imprescindível manipular as massas, deixando-as, ao máximo, desinformadas.

Por coincidência, lendo um artigo na revista Veja desta semana, sobre a situação dos governadores e prefeitos do nosso extenso país, com o título ― Com a Corda no Pescoço ―, pude aquilatar o quanto o poder é capaz de realizar “milagres”.

A reportagem faz alusão aos governadores de 27 unidades da Federação, que estão de pires nas mãos. Com o orçamento anual estourado e entrando em rota de colisão com a lei de responsabilidade fiscal, até mesmo os governadores da oposição vêm se dobrando aos caprichos da presidenta e, para angariar recursos não titubeiam em tomar atitudes contrárias à direção de seus próprios partidos. A governadora do Rio Grande Norte, para não criticar o governo federal na televisão e receber suas benesses, abdicou de aparecer no programa eleitoral de seu partido, segundo o editor da matéria, na Veja.

Para a poderosa Dilma, 2014, se apresenta como o ano milenar de que fala São João em seu evangelho: “...tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.” (João 10 : 16)

Se Deus é brasileiro, certamente, o Papa Francisco I, que estará aqui no Brasil em julho desse ano, deverá ratificar as boas ações presidenciais, dizendo, em alto e bom som, a máxima da oração de São Francisco de Assis: “...Pois é dando que se recebe”



Site da Imagem: bahianoticias.com.br
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