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Mostrando postagens de abril, 2012

O ateísmo nunca irá conseguir acabar com a religião!

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Por Marcio Alves Meus caros amigos “ateus-atoa”, “ateus-militantes”, “ateus-perdidos “, “ateus-agnósticos” e até “ateus-enrustidos” – o que tem de gente que no fundo é ateu, mas não sai do armário, não é brincadeira não! Sem contar os que são, mas não sabe ainda que são, ou não querem reconhecer isto –   vocês devem encarar a dura e “triste” (para os ateus) realidade de que a religião nunca irá acabar. (Porque será que a grande maioria dos ateus deseja ardentemente que os religiosos se tornem também ateus? Será que Freud explica? Risos) Levanto, a partir de agora, nove (9) razões porque a religião nunca vai acabar: 1-Ela é a maior utopia das utopias Promove uma visão futurista de esperança, gloria e otimismo, atribuindo ao “todo-poderoso” – aquele que nunca pode ser frustrado em seus planos – o poder de concretizar aquilo que seria impossível aos homens. (Deus na visão do religioso é como o diretor que espera o momento certo, para intervir no filme que ...

Refletindo sobre o futuro da 7ª geração após a Independência

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Segundo Heráclito , o período de uma geração , "o espaço de tempo no qual o pai vê o seu filho tornando-se pessoa capaz de engendrar", seria de 30 (trinta) anos. Já a Bíblia prevê 40 (quarenta) anos como correspondendo à duração de uma geração. E, atualmente, no entender de alguns, a cronologia que separa cada o grau de filiação já teria caído para 25 (vinte e cinco) anos. Todavia, considero mais adequada a versão do citado filósofo pré-socrático, tido também como o "pai da dialética", já que um século acaba contendo mesmo três gerações, pelo que se consolidou o seu pensamento muito bem lembrado pelo gramático romano Censorinus : “Um século é a maior duração da vida humana, que é limitada pelo nascimento e pela morte. Aqueles, por consequência, que reduziram o século a um espaço de trinta anos, cometeram manifestamente um grande erro. É Heráclito que chama este lapso de tempo de ‘geração’, já que ele envolve uma revolução da idade do homem; e ele chama de r...

Escravos da Pós-Modernidade

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  Por   Levi B. Santos Desde que o mundo é mundo se apregoa que a justiça, a educação e a Ciência um dia triunfarão e o homem deixará de ser escravo do próprio homem. O que mais se fala hoje é: “estamos cada vez mais progredindo, o avanço da Tecnologia está aí para não nos libertar do atraso. Acreditamos que aos poucos estamos conseguindo a tão sonhada liberdade que nossos pais não tiveram”. Mas será que não estamos hoje tanto ou mais escravizados quanto foram os nossos ancestrais? Até que ponto nos libertamos dessa herança? O lema idealista do nosso mártir, Tiradentes ― “Liberdade ainda que tardia” ― ainda ressoa em nossos ouvidos, fazendo vibrar as cordas enferrujadas dos nossos corações. O vazio existencial impulsiona-nos ainda a sonhar com um utópico paraíso de paz. Era o medo de morrer que fazia com que os escravos fossem submissos aos seus Senhores. O espectro do medo com sua sombra forte e lúgubre, como nos primórdios, sufoca o nosso d...

Tomado pela Razão

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Por Edson Moura Quando cheguei em casa, sentei-me numa cadeira ao lado da cama. Sentia-me superior a todos os outros mortais, como se de repente, tivesse alcançado de mim mesmo a indulgência por já não ter dezoito anos de idade. Como se a juventude, de supetão, já não tivesse valor. “Meus filhos dependem de mim, dependem de minha existência!”, pensei com uma vaidade que amargava em minha boca.  Num momento de introspecção, vi e revi passagens de minha longa vida. Repeti para mim mesmo: “Dependem de mim!”. Senti-me sólido, como uma rocha de milhões de anos que sobrevivera até a ação dos mais impetuosos ventos. Achei-me até mesmo um pouco pesado. Depois, por instantes que pareceram uma eternidade, contemplei as paisagens que emergiam de meu subconsciente. Era como se flutuasse, cheio de gritos mudos e de esperanças sem perspectivas, de brilhos sombrios, de figuras e de perfumes mortos, flutuava à margem do mundo, entre parênteses, inesquecível e defini...

Essa minha intolerância

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O 'não-crer-em-nada' a cada dia se torna uma religião tão ou mais chata que as religiões todas juntas. A explosão do cosmos em micropartículas geradoras de amebas que por sua vez gerarão seres bípedes me causa o mesmo momento de reflexão sobre os rumos da alegoria da criação em 7 dias. O que está errado? Ou melhor, há alguma coisa certa, nesse amontoado de ideias que cada um, a seu jeito 'inventa', baseado ou nao em subjetividades, e que possui uma lógica; mas o que é mesmo a lógica? Eu penso na fé... Que pode ser numa pedra, no cosmos vazio ou mesmo num deus que criou todas a coisas...Sem fé não se acorda, não passa o dia, nem mesmo pisca os olhos diante de sua incredulidade... E o que é a fé? É crer no invisível, no seu taco ou em coisa nenhuma? Um homem caminha só, com sua solidão, e em milhões de anos ele questiona pra que serve todo dias acordar e caminhar assim ao lado dela, que mesmo tendo outros iguais aos redor, não a diminui, só a...

Afinal, porque somos todos assim?

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Por: Marcio Alves Será mesmo que agimos só pela vontade e/ou razão? (“fiz porque gosto ou porque quero”) Quando uma pessoa diz que gosta mais de um tipo de comida do que de outra, de um lugar do que de outro, ou de uma pessoa mais, ou menos, que de outra, ou qualquer outra coisa é “porque gosta” e ponto final? E no caso de ter aversão, de não fazer ou ter determinado comportamento, é porque simplesmente decidiu? O que esta realmente por trás de todo comportamento humano? Será que somos livres para fazer/ter o comportamento que desejarmos? Primeiramente, antes de respondermos estas perguntas e todas as outras que derivam delas, temos que buscar compreender o que é o comportamento propriamente dito, aqui nesta postagem. Segundo a visão da analise experimental do comportamento, “a relação entre atividades do organismo com os eventos ambientais, são chamadas de comportamento” (Skinner). Portanto, todo comportamento é invariavelmente uma determinada resposta a posteriori a u...