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Mostrando postagens com o rótulo direitos sexuais

O que eu penso sobre o sexo anal

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Olá, amigos.  Resolvi fazer a última postagem do ano neste blogue escrevendo sobre sexo... E por que não tratar de um assunto tão quente já que transar com quem a gente ama seria uma ótima opção para esses dias de férias e intenso calor? Entretanto, confesso sem nenhuma vergonha fazer parte de uma minoria masculina no Brasil que não aprecia e até recusa o sexo anal, muito embora haja também uma minoria de mulheres, a meu ver bem pequena, que goste disso (se bem que a grande maioria delas aceite fazer para agradar o parceiro). Aliás, se algo assim ocorresse comigo, isto é, se a minha mulher desejasse ardentemente que eu penetrasse em seu ânus, negaria realizar o desejo dela. Justo por eu optar por uma forma não violenta de sexo, prefiro me abster de algo que extrapolaria a esfera do meu desejo de modo que, até se fosse um gay, decidiria ter um romance homo por meios não penetrativos de satisfação sendo que, em qualquer hipótese, inclusive nas relações heterossexuais, não me...

Da moral sexual religiosa à sexualidade responsável

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Após os anos de liberação sexual da segunda metade do século XX em que o Ocidente buscou se libertar da repressora moral social ainda baseada em valores religiosos fundamentalistas, busca-se hoje em dia uma reconstrução de conceitos através da ideia de sexualidade responsável . Como muitos aqui sabem, identifico-me como um cristão e estudioso das Bíblia. No entanto, sei que todos os preceitos da religião que uma pessoa confessa, quer seja ela cristã, judia, muçulmana, budista, hindu, xintoísta, seguidora de rituais africanos, ou adoradora da pedra do Pão de Açúcar, não podem ser impostos a ninguém. São pensamentos que o sujeito deve guardar para si e compartilhar apenas com quem desejar ouvi-lo. Pode até adotá-los como regras de comportamento em sua "tribo", mas nunca para o meio social, o qual é pluralista e hoje se constitui baseado nos direitos fundamentais já consagrados em declarações internacionais e na legislação democrática do nosso país. Logo, deve-se compr...