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“As histórias que habitam a estatística”

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Por Yeda Crusius * O Dia Mundial do Refugiado foi instituído em 20 de junho de 2000 pela ONU, uma data certa para homenagear milhões de pessoas que são obrigadas a fugir de guerras civis, perseguições em decorrência de suas posições religiosas, opiniões políticas, etnia e raça. Não é raro que artistas mundialmente conhecidos gravem pedidos de ajuda, promovam shows em benefício desse ou daquele grupo. O mundo se mobiliza, olha para os campos de refugiados, faz doações e agradece por estar em casa, com os seus, em segurança. Por um dia. Depois vamos todos viver a vida, porque os horrores que os deslocados e refugiados por conflitos enfrentam em sua caminhada são de tal maneira chocantes que é como se não pudéssemos conviver com eles por mais de 24 horas. Quem ainda se lembra do pequeno Aylan Kurdi, que morreu como se dormisse à beira do Mediterrâneo no dia 02 de setembro de 2015, ou das 423 crianças que afogaram na mesma travessia no ano seguinte? Em 20 de junho de 2017 a ACN...

Uma espécie cada vez mais dividida

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Ultimamente tenho refletido sobre o acelerado desenvolvimento científico da humanidade que, já nesta década, alcançou um nível de tecnologia que muito me faz lembrar os desenhos animados da Hanna-Barbera assistidos em minha infância - Os Jetsons . Para quem não pegou essa época, a série exibida no Brasil pelo SBT, tendo como tema a era espacial, mostrava o cotidiano de uma família que vivia num ambiente futurista de cidades suspensas com carros voadores, trabalho automatizado, toda sorte de aparelhos eletrodomésticos e de entretenimento, robôs servindo como criados, relógios com câmeras digitais utilizados para fins de comunicação, etc. Curiosamente, parte desse imaginário ficcional tornou-se realidade nos dias atuais com a invenção dos telefones celulares com acesso à internet, os quais transmitem imagens e conversas de áudio. No Japão, a robótica encontra-se surpreendentemente bem desenvolvida enquanto que, na China, já existe o trem de alta velocidade capaz de levitar sem...

Consertando o mundo

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Autor desconhecido (contribuição de Alex Cardoso) Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minimizá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com um mapa do mundo. Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo: – Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho. Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois,...