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Mostrando postagens com o rótulo aceitação social

A pílula da felicidade

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Uma das melhores coisas que a filosofia despertou em mim, foi a capacidade de questionar. Não só questionar para poder debater com amigos e outros blogueiros, mas sim, avaliar tudo aquilo que vejo e depois digerir este conteúdo e quando possível, escrever sobre ele com minhas próprias palavras. Uma dessas maravilhas é a capacidade de não mais assistir a um filme e não fazer uma avaliação crítica de seu conteúdo. Pois bem, assisti recentemente a um filme chamado “Sem limites”, onde um jovem escritor com bloqueio criativo se vê desesperado por não conseguir escrever seu livro. Casualmente ele encontra um amigo que lhe oferece uma pílula misteriosa, e daí para frente tudo em sua vida muda. Sua capacidade cognitiva é elevada ao extremo e sua cabeça se torna um turbilhão. Me perguntei se esta pílula seria possível com os avanços na área da farmacologia e neurociência. Pesquisei aqui e ali e quero fazer um breve relato sobre os males e os benefícios dos avanços da tecnologia. Boa lei...

“Escrevo, logo posto, logo existo”

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Recentemente, eu, com um grupo de amigos muito próximos, resolvemos colocar em pauta um tema para ser debatido. O assunto era justamente a transformação pela qual a sociedade passou nas últimas duas décadas, Zygmunt Bauman, grande sociólogo que infelizmente nos deixou recentemente, a nomeou de modernidade líquida. Teria ele sido um crítico ferrenho da maneira como nos relacionamos hoje? Veremos. Não há possibilidade alguma de dicotomizar, a modernidade líquida das redes sociais, que obviamente também não podemos desentranhar da Internet. Creio que o que vou relatar a seguir, reflete o pensamento de todos que porventura estão lendo este pequeno artigo. Só de pensar em ficar sem conexão já nos dá aquele friozinho na barriga, afinal, preciso dela para fazer este texto chegar até vocês, uma vez que minha máquina de datilografia está perdida em alguns dos cômodos onde acumulo bugigangas em casa, além do mais, sinceramente, não saberia enviar uma carta a cada um dos mais de Mil ...

A aceitação total ao invés do afeto condicional

Tem-se constatado que muitos dos transtornos emocionais das pessoas têm originem num "amor condicional" praticado no meio familiar. Se é que podemos chamar de amor uma atitude de aceitação que se baseie na constatação de resultados como podemos observar na concepção legalista da divindade muito bem expressa pelo autor sagrado quando escreveu sobre Caim : "Se procederes bem, não é certo que serás aceito?" (Gênesis 4:7 a ; ARA) Essa história bíblica sobre o primeiro homicida da humanidade tem muito a nos ensinar acerca da carência emocional que temos. O filho mais velho do casal expulso do Paraíso, tido como o arquétipo dos homens maus, representa o adulto imaturo refém do próprio sentimento de rejeição. Alguém que tentou agradar, não conseguiu baseando-se unicamente no seu auto-esforço e, enfim, se decepcionou com a Vida. A psicóloga Elisa Goulart , em seu livro Viver sem drogas: um projeto reeducativo para o homem , 1ª edição, publicado por uma editor...