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Mostrando postagens com o rótulo César Maia

DICAS PARA O FINAL DA CAMPANHA!

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Por César Maia 1. Não adianta nada espalhar a campanha. Concentre nos pontos e locais onde a probabilidade de seu voto é maior.            2. As bandeiras devem se posicionar de frente para o fluxo de carros e pessoas e movimentadas lentamente para se poder ler o nome e número do candidato.            3. Panflete com cartão tipo célula eleitoral, posicionando o nome do vereador e do prefeito na ordem que vão aparecer na tela de votação com vereador em cima. No verso, apenas um compromisso, sublinhando nome e número de quem imprimiu o cartão.            4. Você e seus apoiadores devem usar a praguinha na fila de votação e não se descolar dela na última semana.            5. Faça sua "pesquisa" na rua nos últimos dias. Seus grupos devem perguntar às pessoas se já têm candidato. A grande maioria dirá que não. Peça licença para fazer uma sugestão ...

O plebiscito do Reino Unido e a economia brasileira

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Nesta quinta (23/06), uma votação histórica está decidindo se o Reino Unido deixará ou não a União Europeia. Segundo notícias na internet, o plebiscito do "Brexit" teve uma quantidade record de eleitores inscritos em que cerca de 46,4 milhões de pessoas apresentaram-se para participar da consulta popular, sendo este um número superior ao das eleições gerais de 2015. Para muitos aqui no outro lado do oceano, o debate se o Reino Unido permanecerá ou não na União Europeia parece irrelevante ou ter uma importância quase mínima. Só que não é bem assim! Pois se trata da saída de um parceiro de peso e com forte influência liberal na política do bloco, o que, por sua vez, respingaria nas nossas relações comerciais com a Europa. Preocupantemente, as pesquisas têm acusado empate técnico, muito embora as principais autoridades do Reino Unido estejam se posicionando pela permanência do país na União Européia. Na terça (21), o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron...

O ÚLTIMO PASSAGEIRO DO TITANIC!

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Por César Maia 1. Em 2010, o TITANIC estava partindo da Praça dos 3 Poderes. As passagens foram sendo entregues no STF e os passageiros conduzidos às cabines especiais do corredor de primeira classe da Papuda.               2. Entraram primeiro dois presidentes do PT, José Dirceu e José Genoíno. Entrou o presidente da Câmara de Deputados, João Paulo Cunha. Entrou o Diretor Financeiro do PT, Delubio Soares.                3. Quando o TITANIC já estava chegando a alto mar, em 2015, recebeu uma ordem que retornasse à Praça dos 3 Poderes, pois existiam outros passageiros que ainda não haviam embarcado e tinham comprado passagens especiais para o corredor Papuda de primeira classe.                4. Ao atracar na Praça dos 3 Poderes, em 2015, entraram mais dois passageiros ilustres. Primeiro entrou o novo Diretor Financeiro do PT, João Vacari Neto. E u...

OS GRANDES EVENTOS NO RIO SÃO ARMADILHAS PARA AS ELEIÇÕES SEGUINTES!

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Por César Maia (*) 1. Há uma ilusão por parte dos políticos de que grandes eventos internacionais –exclusivos- no Rio, que mobilizam a imprensa e parcela da opinião pública, geram uma enorme vantagem eleitoral na eleição seguinte. Essa é uma ilusão. Não que quem governa obrigatoriamente tenha que perder as eleições, mas a realização desses grandes eventos é um complicador e não um facilitador para a vitória eleitoral.         2. São 2 os grandes vetores explicativos destas dificuldades. O primeiro é que a máquina pública desvia atenção e recursos para esse tipo de evento. A qualidade –e quantidade- dos serviços públicos de rotina decaem. A reorientação dos recursos para o evento gera centralização das aplicações, reduzindo obras e intervenções em vários bairros, que têm a sensação de abandono.         3. O noticiário termina exponenciando os problemas que ocorrem na conservação da cidade, nas escolas, na área de saúde, na falta de ...

DESGASTE DOS POLÍTICOS: PROXIMIDADE E INTIMIDADE!

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Por César Maia (*) 1. A aproximação dos políticos da população passa por etapas, sendo todas cumulativas. A proximidade pessoal; a proximidade em comícios; a proximidade por acompanhar nas ruas a movimentação eventual deles; a proximidade através de desenhos em cartazes; a proximidade através das fotografias; a proximidade por panfletos, textos e livros; a proximidade pela voz através do rádio; a proximidade nos cinemas via cinejornais; a proximidade pela TV em tele-noticiário e entrevistas; a proximidade pela TV em tempo real; e a proximidade diversificada através da internet.          2. Nas primeiras etapas, a "distância" mitificava os políticos e atraía por curiosidade e não apenas pelas ideias e opiniões. A proximidade crescente vai produzindo intimidade em graus diversos. Se pode avaliá-los por um leque de razões, que passam pelo comportamento, pela vida pessoal e pelas opiniões. Quanto maior o grau de intimidade mais amplas as informaçõe...

SIMULAÇÕES SOBRE A CRISE POLÍTICA! LEVY: BOA OU MÁ ESCOLHA? E CUNHA PRESIDENTE CONSENSUAL? E A SAÍDA DO PT? E AS SOLUÇÕES?

Por César Maia (*) 1. Forma-se um consenso entre parlamentares, analistas, empresários, economistas, etc., que a crise mais grave hoje é a crise política. O apoio parlamentar ao governo esfarelou, a linguagem econômica do governo é uma e a do parlamento é outra, o apoio de opinião pública de Dilma inexiste e por aí vai. Vão surgindo propostas de todos os tipos e de todas as latitudes e longitudes. Uma babel.           2 . Dessa forma, é inevitável perguntar: e se Dilma tivesse um amplo apoio parlamentar, mudaria alguma coisa? A primeira simulação seria imaginar se o governo e o PT na eleição do presidente da Câmara apoiassem Eduardo Cunha. Com isso, a oposição orgânica seria empurrada para sua efetiva proporção parlamentar naquele momento, ou uns 20%. O acordo envolveria –naturalmente- as pautas a votar, o comando da reforma política, as questões econômicas e fiscais, etc.  A própria votação de Cunha mostrou que havia riscos de não vencer no primeiro...

COMUNICAÇÃO POLÍTICA: CONFIANÇA OU IMPREVISIBILIDADE? ALICE E O GATO!

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Por César Maia 1. Pesquisas de todos os tipos, e de vários institutos, mostram sempre que a curva de Confiança é declinante em geral ou setorialmente. Isso afeta a presidente Dilma, como as pesquisas mostram. Mas afeta também a generalidade dos governadores, dos prefeitos e dos políticos; e até das instituições.           2. Em comunicação política, usar a palavra certa, do ponto de vista do conteúdo e da compreensão das pessoas, é fundamental, e decisivo. Numa pesquisa, as pessoas consultadas respondem em função do que entenderam. O entrevistador deve ser impessoal, sem comentários, sem caras e bocas. Uma pergunta que permite mais de uma interpretação, no mínimo, exigiria outra para se acertar o foco.           3. Por exemplo: Você Confia na Presidente Dilma? Até aqui não há nenhuma razão para que as pessoas não tenham confiança na pessoa física de Dilma. Pode-se entender que não confiam no governo dela. Uma campanha ...