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Mostrando postagens de maio, 2013

A Poderosa Dilma na FORBES

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Por Levi B. Santos   A revista americana, Forbes , internacionalmente conhecida pelas publicações periódicas de listas que incluem as personalidades mais poderosas e influentes do mundo, acaba de eleger Dilma Rousseff como a segunda mulher mais poderosa do mundo , perdendo apenas para Ângela Merkel ― primeira ministra da Alemanha. Michelle , esposa do presidente dos EUA ficou com o quarto posto: a imprensa diz ter sido fruto da inabilidade do Obama que, ultimamente, tem passado os pés pelas mãos. É praticamente impossível, quando se fala em poder , esquecer o escritor político, Maquiavel (1469 ― 1527) que, no seu best seller , “O Príncipe” , dissecou melhor do que ninguém, os meandros desse sedutor fenômeno humano. Tornaram-se tão diabólicos os conceitos desse renomado mestre, que o adjetivo “maquiavélico” ficou gramaticalmente definido como coisa altamente pejorativa. Maquiavel, foi quem primeiro na política, ensinou como o governante deveria reger os se...

O mal-estar na civilização moderna

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Por Michel Aires de Souza Em seu texto de 1920,   “ O mal-estar na civilização ” , Freud  chegou a conclusão que o indivíduo não pode ser feliz na civilização moderna. Mesmo com todo progresso técnico e cientifico o homem não se tornou mais feliz. Ao refletir sobre o propósito da vida, ele diagnosticou que o objetivo da civilização não é a felicidade, mas é a renúncia a ela.    A vida do indivíduo é a busca constante pela realização da satisfação do prazer, mas esta  satisfação é impossível de realizar num mundo carente e escasso de recursos.  O mundo é hostil as necessidades humanas, para tudo que é bom e prazeroso exigem-se trabalhos penosos e sofrimentos.   A manutenção da  civilização exige que os individuos trabalhem. Mas os homens não são amantes do trabalho e os argumentos não tem valia nenhuma contra suas paixões.    Assim, é somente através da repressão social que os indivíduos são obrigados a traba...

Jesus ou Barrabás?

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As narrativas evangélicas do interrogatório de Jesus por Pilatos abordam uma intrigante audiência pública em que o povo teve a oportunidade de escolher entre a soltura de dois homens: o Cristo e um revoltoso homicida conhecido como Barrabás. Ao que parece, aquela teria sido a única eleição em que Jesus se expôs (forçadamente) já que a Bíblia de modo algum informa ter nosso Senhor concorrido a cargos públicos. Seu comportamento, aliás, nunca teve por objetivo agradar o ego humano apresentando-se simpático ao público, mas sim a partir de um necessário confronto com personalidade forte. E para tanto Jesus não mediu as palavras e menos ainda usava de bajulações quer estivesse diante de governantes, autoridades religiosas ou na companhia dos próprios seguidores. "Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus. De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que vos solte? Responderam eles: Barrabás! Rep...

Síndrome do pânico e religião: minha vida

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Por: Filosofo de rua Marcio Alves “Todos os dias ia para a igreja. Orava por volta de uma a duas horas por dia. Lia a bíblia sempre por varias horas. Pregava frequentemente. Desde os 7 até os 26 anos tinha o cristianismo como o sentido supremo da minha existência. Meu maior sonho era viver totalmente a “vontade de Deus e sua obra” – o que é a vontade de Deus? O que é sua obra? – a tal ponto de nunca casar, ter filhos e trabalhar, ou seja; minha vida era a religião evangélica e a religião evangélica era minha vida”. O relato breve acima dá para ter uma ideia bem aproximada da realidade que vivi até dois anos atrás. Fui o típico religioso fanático, onde todo meu pensamento, todo meu ser, toda minha existência estava voltada para a religião evangélica. Toda essa estrutura dava sustentação, amparo e um tremendo sentido para minha frágil existência até o dia em que ler só a bíblia não era suficiente e comecei a ler livros até então voltados para a religião, conh...