quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Posso escolher em ser gay, e depois deixar de ser?



Por Márcio Alves

Sexo para além de todo esse marketing construído entorno da "teoria de gênero", do "politicamente correto" de dizer que é "escolha", "preferência" - e que deve ser apresentado às "opções" para a criança, ensinando-a sobre as "preferências" sexuais - penso que sexo é muito mais que uma simples questão de "gosto".

Como se sexo fosse apenas uma escolha que se faz, igual a um daqueles "produtos" que compramos numa prateleira de supermercado, ou, como abrir a geladeira e optar entre um suco ou refrigerante.
Sexo, para além desse "bla-bla-bla" de gosto que as "teorias de gêneros" das "ciências sociais" e alguns movimentos de GLBT querem empurrar "goela" abaixo na gente, é uma questão de CONDIÇÃO: a pessoa "nasce" e não se "torna" - claro que sempre há "exceções", como aquelas que devido alguma experiência traumática (abuso e violência sexual), como também, aquelas que gostam de uma "promiscuidade".

Inclusive, o homossexualismo existe até no reino animal, ou seja, confirmando a hipótese de que o homossexualismo é tão natural como o ser hetero - por mais que os moralistas de plantão (religiosos em suas maiorias) queiram "provar" o contrário, pois se não, teriam que rever os primeiros capítulos do gênese, admitindo que Deus fez macho, fêmea e gay (lesbica).

Enfim, sexo é "condição", estando para além de um mero "gosto", é desejo carnal, primitivo, fisiológico. Tesão incontrolável. Então, não se preocupe se tua filha gosta de jogar bola, brincar de carrinho, ou, se teu filho gosta (tem curiosidade) de bonecas, pois não será isto que o fará mais homem (ou gay) ou menos homem (ou gay).




OBS: Texto extraído do blogue "Outro Evangelho", postagem de 26/08/2016, sem a ilustração, conforme se lê em https://outroevangelho.blogspot.com.br/2016/08/posso-escolher-em-ser-gay-e-depois.html 
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