segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Encontro da galera em Realengo no domingo (13/11)




Acredito que, se não fosse por causa desse blogue, surgido ainda em fins de 2009, talvez nunca tivéssemos formado um grupo de amigos da C.P.F.G. que passasse a se encontrar presencialmente no mundo real.

Se, durante um tempo, esse blogue quase morreu devido à atração do vicioso Facebook, em que pelo menos uma parte dos fundadores e antigos colaboradores da página foi mantendo contato pelas redes sociais, eis que, em 2016, a C.P.F.G. ressuscitou. Após a criação no tal sítio de relacionamentos de um grupo de debates, depois uma página, finalmente entramos num canal de WhatsApp por iniciativa de um confrade de Sampa, o Edson Moura. 

É certo que, no decorrer desses anos, novos amigos e participantes foram surgindo enquanto outros se afastaram. Houve quem preferiu não aderir às conversas via celular no WhatsApp de modo que tal grupo acabou se diferenciando em muito da turma original aqui do blogue. Até mesmo porque nós também mudamos com o avançar dos anos, não é mesmo?

Eu, embora não esteja entre os fundadores da C.P.F.G, conheci o grupo no final de 2010, ao comentar alguns artigos aqui, tendo começado a postar textos como colaborador somente a partir do ano seguinte, quando morava ainda em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro. Mudei-me para o Grajaú, Zona Norte da Cidade Maravilhosa, onde fiquei somente por uns meses, e depois fixei residência em Muriqui, 4º Distrito de Mangaratiba, litoral sul-fluminense. Entretanto, jamais havia estado num encontro pessoal da turma.

Após a era WhatsApp da C.P.F.G., houve um primeiro reencontro do qual não cheguei a participar. Daquela vez estava complicado por causa do meu envolvimento com a campanha política. Mas ontem, apesar da chuva forte que caía, saí de casa com determinação até chegar na residência do amigo Edson Viana Pinto no bairro carioca de Realengo. Como a temperatura estava um pouco abaixo da média, vesti minha camisa de manga comprida quadriculada e parti para um churrasco, coisa que há tempos não fazia fora de restaurantes. Até porque evito o excesso de carnes.





Para ir de Muriqui até Realengo, foi preciso tomar três conduções. Peguei um ônibus até o município vizinho de Itaguaí, outro até Santa Cruz (bairro da Zona Oeste do Rio) e de lá fui de trem. Ao descer na estação de Magalhães Bastos, no viaduto, o Edinho Viana me buscou de carona e fomos para a sua casa. Lá já estavam sua mulher Cristiane, o amigo Eduardo Medeiros de Jesus com a esposa Adeildes, a irmã Shirlene, o cunhado dele Márcio, a Aline Cleo Vieira e sua amiga Isabela. Após minha chegada, juntaram-se a nós as amigas Elaine Rodrigues e Mariani Lima.

Não nego que acabei comendo muita carne e o almoço estava show de bola. Aliás, o Edinho preparou um churrasco nota dez. O cupim então, sem comentários... Sendo que também teve outras carnes de boi, asa de frango, linguiça, pão assado na brasa e espetinho de queijo. Porém, contentei-me apenas com os pedacinhos de galinha e de boizinho com um pouco de arroz para acompanhar no início. E nem tinha tomado café de manhã, exceto comido umas bananas antes de sair de casa. Até porque levantei tarde da cama.




O tempo passou rápido. Entre os deliciosos pedaços de carne e os goles de mate, feitos pelo nosso churrasqueiro número 1, conversamos sobre diversos assuntos (política, Bíblia, reencarnação, Direito, etc), tendo sido necessário que eu e o Edu contássemos resumidamente sobre como surgiu a C.P.F.G., sendo ele o mais antigo de todos ali. Havia também crianças no local, todas bem comportadas e brincando na sala ao lado.




Por volta das cinco da tarde, o grupo foi se despedindo. Peguei uma carona com Eduardo até sua casa em Campo Grande, outro bairro carioca, onde aproveitei para conhecer a sua biblioteca cheia de livros, a qual ele vem tentando reduzir há tempos. Fiquei lá mais ou menos uma hora conversando e ainda tiramos fotos. No final, fui presenteado com três obras que o amigo não se interessava mais.




Já de noite, saí de Campo Grande e voltei pra Muriqui passando por Itaguaí. Por ser meio de um feriadão, o trânsito estava fluindo bem tal como na ida pro churrasco, exceto pela demora do trem cujos horários são reduzidos aos domingos. As ruas também estavam vazias tanto lá quanto em Itaguaí, sendo que a chuva dificilmente dava alguma trégua.

Enfim, valeu a pena ter conhecido pessoalmente essa turma do bem e espero que nos encontremos mais vezes nessa estrada da vida. Inclusive aqui em Mangaratiba, seja na minha residência e/ou na casa de praia do Edinho que fica na localidade de Apara. 

Ótimo feriado a todos e um brinde à convivência!




OBS: Imagens acima recebidas via WhatsApp
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