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Jonh, o cristão (precisamos da religião?) parte final
Por
Marcio Alves
Finalmente! Jonh se libertara dos processos neuróticos do fanatismo ilusório cristão! Agora já adulto, com sua mente muito mais aberta, depois de tanto olhar para a vida e refletir, tendo literalmente quebrado sua cabeça, morreram em seu coração, como que apagaram de sua mente os muitos conceitos evangélicos. Agora não mais precisava dos narcóticos delirantes evangélicos que muito mais anestesiavam os seus problemas na vida, do que propriamente os solucionavam. Tivera fibra e coragem para de peito aberto encarar as vicissitudes da vida com suas tragédias e contingências, ao mesmo tempo em que abraçava a beleza e feiúra da vida. Não tinha mais seu pé de apoio na religião, nem jogava para as costas largas de deus seu infortúnio como também não mais nutria expectativas deixando nas mãos de Deus o que ele mesmo tinha que ter coragem para enfrentar e realizar. Deixou de dar dízimos e ofertas nas igrejas para enriquecer pastores inescrupulosos, que ajudava muito mais a levantar...
Porque não prego bençãos materiais
Por
Marcio Alves
Confesso que as lentes com que leio as escrituras hoje, já não são as mesmas com as quais eu lia no princípio da minha conversão. Acredito estar em um processo de amadurecimento espiritual em todos os níveis. Como conseqüência, minhas mensagens, já não são mais, as mesmas. Quem me escutou pelo menos á 3 anos atrás, percebe uma mudança radical em meu modo de pregar. A ênfase das minhas mensagens era: Vitórias, bênçãos, livramentos, milagres e prosperidades. Um verdadeiro arsenal de triunfalismo. Do mesmo modo, que os “famosos pop stars” da falácia teologia da prosperidade. Só pregava promessas de bênçãos, variavam os textos bíblicos, mas o teor da mensagem era o mesmo. Exemplificando era mais ou menos (qualquer semelhança com fatos reais, (quem lê entenda) é mera coincidência) assim: Mar vermelho abrindo-se para o povo de Israel passar: “Deus vai abrir o mar – mar do desemprego, mar da doença, mar das dívidas e todas as baboseiras que ouvimos – e se o mar não abrir.....
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