domingo, 4 de dezembro de 2011

O povo brasileiro.

O que dizia a nobreza européia sobre nossa formação intelectual.
O conde francês Arthur de Gobineau escreveu, em 1853, sobre a decadência de civilizações e sua degeneração causada pela mistura racial. Sobre o Brasil, disse:. Os brasileiros só têm em particular uma excessiva depravação. São a ralé do gênero humano com costumes condizentes.
O zoólogo suísso Louis Agassis escreveu em 1868: Qualquer um que duvide dos males causados pela mistura de raças que venha ao Brasil, pois não poderá negar a deterioração decorrente do amálgama das raças, mais aqui do que em qualquer outro lugar do mundo.

Gene, na definição da genética clássica, é a unidade fundamental da hereditariedade. Cada gene é formado por uma seqüência específica de ácidos nucléicos - biomoléculas mais importantes do controle celular, pois contêm a informação genética. Existem dois tipos de ácidos nucléicos: ácido desoxirribonucléico (DNA) e ácido ribonucléico (RNA).
O seu principal papel é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas e RNAs. Os segmentos de DNA que contêm informação genética são denominados genes. O restante da seqüência de DNA tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.

O Meme é considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde  é armazenada. No que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se.

Nossa formação genética sofreu influência hetérica de três raças distintas; a ibérica, a africana e a ameríndia. Temos no nosso DNA o gene, o meme e as influências psicológicas e biológicas dos portugueses, negros e índios. De cada uma destas três raças nós herdamos características fundamentais para nossa evolução ou não. Somos assim, porque assim foi formado nosso “TRICROSS”.
Entendendo nossa capacidade intelectual.

Somos um povo com pouca expressão intelectual, cultuamos o TER e não o SABER. Nossas personalidades que se destacam pela inteligência não são reconhecidas tanto quanto os que se dão bem através do jeitinho com sorte. Em nossa “corte”, as figuras principais  são o bobo e o lacaio. Temos a virtude de cultuar o indesejável, o pior marginal, o político mais ladrão, o assassino mais cruel. Ainda por cima temos memória curta. Não aprendemos com o passado.

Cultuamos o fundamentalismo cristão, característica herdada através da colonização ibérica que nos imputou a cultura do proletariado, o desprezo pelo saber, a tolerância ao infortúnio e a incapacidade de desenvolvimento. Seremos um eterno país de terceiro mundo mas com uma eterna arte de sonhar.
Tudo por culpa de Napoleão Bonaparte.
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