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Mostrando postagens de 2010

A maior verdade da Religião

Filipenses 1: 18 Almeida corrigida e revisada fiel "Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda." Nova versão internacional Mas, que importa? O importante é que de qualquer forma, seja por motivos falsos ou verdadeiros, Cristo está sendo pregado, e por isso me alegro. De fato, continuarei a alegrar-me, Nova tradução na linguagem de hoje: "Mas isso não tem importância. O que importa é que Cristo está sendo anunciado, seja por maus ou por bons motivos. Por isso estou alegre e vou continuar assim." O Cristianismo do século XXI tem se baseado muito nesta parte de seu livro para "expandir" suas fronteiras. Vemos diariamente o quanto os cristãos estão mentindo com um único objetivo, o de converter "membros" à sua religião. Moral, verdade, realidade, tudo sendo trocado por mentiras e mentiras muito mais que mentirosas...

Minha Anorexia Santa - Confissões da Filha de Jairo Antes Da Morte

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Minha santa anorexia ve io átona aos 13 anos. E três eram os motivos. Primeiro por causa da constante insatisfação com o próprio corpo, segundo por me sentir culpada quando comia muito e terceiro por ter uns pais fanáticos ao judaísmo que só me davam atenção quando eu praticava o que eles queriam. Com o tempo o próprio organismo passou a rejeitar os alimentos. Antes eu era um a criança normal, saudável e comunicativa. As pessoas diziam para minha mãe que queriam ter uma filha igual a mim. Mamãe estava sempre jejuando, e às vezes eu me tornava companheira dos seus jejuns, chegava a ponto de ser concorrente. No fundo de tudo isso, ambas lutava para manter os nossos corpos esbeltos. Agora vejo qu e, essa pratica fanática e farisaica, desviou a minha família dos verdadeiros valores pregado na cruz. Provocando turbulências emocionais que permeavam nossa casa. Sendo eu a única filha (e também adotiva), sempre levava a pior, e por conveniência, sentia as chicotadas do meu pai quan...

UM DIÁLOGO INUSITADO

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Por Levi B. Santos Os homens acalorados, emotivos, violentos, sensíveis estão em cena. Esse espetáculo ou peça vem sendo repetida, diariamente, no palco da vida, desde os mais remotos tempos. O ator, como um observador contínuo das sensações dos componentes que formam a plateia, sobe ao palco já sabendo que ele não é ele quando representa. Às vezes, ele cede, e as lágrimas que escapam dos seus olhos são verdadeiras... O ator: Caro espectador, quero que saibas que o que irás ver e enxergar em minha apresentação, é o que estou perseguindo encontrar. O espectador: De onde vêm essa tua inspiração e esse teu desempenho perfeito que me fazem delirar de entusiasmo? O ator: Sou um estudioso dos grandes modelos humanos. Conheço bem o que faz ri e o que faz chorar. Aqui em meu templo posso até injuriar alguém sem temer a sua vingança. Aqui o espectador se vê refletido na minha experiência e, através do meu papel, se torna consciente de algum aspecto dele ...

Bem Vindos ao Inferno

Olá a todos, hoje sou seu anfitrião. Este é o momento pelo qual todos vocês temiam, bem vindos ao Inferno. Vocês que se divertiram algum dia, exageraram um pouco na dose, secretamente odiaram alguém. Que beijaram escondido, transaram quando não podiam. Vocês que comeram demais, fofocaram. Aqueles que adoraram a outros deuses, ou deusas, ou seres mágicos, ou nenhum deles. Enfim, a todos os habitantes da Terra, sintam-se em casa. -- Então, você acha que adora o deus certo? Está certo disso? Bilhões de pessoas no mundo adoram deuses diferentes, e todos utilizam a mesma desculpa: fé. Mas qual delas pode provar ser a sua mais válida do quê a outra? Seriam os cristãos, com a história de um deus encarnado que morre, mas não deixa nenhumam evidência de sua existência? Ou seriam os muçulmanos com seu profeta voando no cavalo? Seriam os hindús e seu deus-elefante, e cuja religião é mais antiga que as duas primeiras? O "argumento da fé", tão comumente usado, é um belo tir...

Deus no banco dos réus: Culpado ou inocente?

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Diante da miséria humana, da dor e sofrimento no mundo, as constantes tragédias, como também as catástrofes naturais, e o silencio absurdamente gritante de Deus, como sua ausência constante jamais interrompida, se Deus estivesse nos bancos dos réus, para ser julgado por toda humanidade, Deus seria declarado Culpado ou Inocente? Vamos fazer o teste então, usando todos os recursos dos quais dispomos, como raciocínio lógico, senso de justiça e sentimentos, para julgar Deus do nosso ponto de vista, tentando assim, chegar a uma conclusão final sobre o veredito de Deus. Eis algumas das acusações mais graves contra o “todo-poderoso”: Seu silencio. Sua ausência. Dor, sofrimento e miséria humana. Maldade humana. (Deus não poderia ter criado o homem com limites para se fazer o mal?) Catástrofes naturais. Acidentes e tragédias humanas. Exercício de reflexão: Deixar um bebê inocente e frágil, ser estuprado e brutalmente assassinado ou morrer por algum acidente, desnecessariame...

Aversão Ao Diferente

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Por Levi B. Santos Pelo andar da carruagem pressinto que a religião ocidental, jamais vai ajudar alguém sem lhe cobrar algo. A compaixão jamais estará presente em cada um de nós, se não nos vermos na pele daquele que sofre preconceito. Mas a religião que se vê por aí, pugna por todo um mecanismo de dominação, cuja base é forçar o indivíduo a esconder os próprios sentimentos. Isso já começa desde cedo, quando os atos psíquicos originais da criança, através de subornos, são substituídos por meros clichês de convivência social. Sem poder expressar os seus sentimentos, o ser em formação vai se adaptando a um regime de escravidão psicológica dentro de um mundo ilegítimo e estéril. E as instituições religiosas com raríssimas exceções se alimentam desse maniqueísmo rotulado de “amor pelas almas”. Ela, a criança, aprenderá no mínimo, que AMAR, é ter que dominar o outro, e submetê-lo aos seus próprios poderes e ditames. Quão difícil é encontrar lugar para...

O Segredo da Inseminação Artificial - Confissões de Jesus de Nazaré na sua Infância.

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Por meio de uma insemin ação artificial e divina, fui gerado. Você doou o próprio esperma e preferiu ficar no anonimato, no esquecimento e sumiu tornando um desconhecido. Quando eu me form ava no ventre da minha mãe, durante nove meses, o futuro esposo dela não saia do seu lado. Mas você não estava lá... Para estreitar os laços de afeto comigo. Eu queria apenas receber o carinho das suas mãos e ouvir a sua voz ao falar comigo, mesmo eu estando lá dentro eu queria..., ..., eu queria o seu afet o mesmo estando no ventre da minha mãe. Quando sai do ventre, você não estava lá... Para me pegar nos braços e encher-me de segurança e proteção. Quando eu disse as minh as primeiras palavras, você não estava lá para mim... Para ensinar-me o dicionário inteiro se fosse necessário. Quando eu dei meus primeiros passos, você não estava lá... Para me encorajar a prosseguir em frente. Quando eu tive meu prim eiro dia na escola dos profetas, você não estava lá... Para ...

Atualizando a Bíblia: A Parábola do Bom Travesti

Rubem Alves J esus sabia que as estórias são o caminho para o coração. Por isso contava parábolas. As parábolas de Jesus eram sempre feitas em torno de situações da vida naquela época. Se ele vivesse hoje suas parábolas seriam diferentes. E perguntaram a Jesus: “Quem é o meu próximo?“ E ele lhes contou a seguinte parábola: Voltava para sua casa, de madrugada, caminhando por uma rua escura, um garçom que trabalhara até tarde num restaurante. Ia cansado e triste. A vida de garçom é muito dura, trabalha-se muito e ganha-se pouco. Naquela mesma rua dois assaltantes estavam de tocaia, à espera de uma vítima. Vendo o homem assim tão indefeso saltaram sobre ele com armas na mão e disseram: “Vá passando a carteira“. O garçom não resistiu. Deu-lhes a carteira. Mas o dinheiro era pouco e por isso, por ter tão pouco dinheiro na carteira, os assaltantes o espancaram brutalmente, deixando-o desacordado no chão. Às primeiras horas da manhã passava por aquela mesma rua um pa...

Não importa o que fizeram de mim...

Era uma família humilde. Sua mãe quase não conversava ou saía à rua. Seu pai era apenas um homem comum. Ele por sua vez não se limitava às rotinas diárias e "mundanas". Não se preocupava com compromissos sem sentido e que apenas o mantinham vivo. Comia apenas o necessário para mais um dia de vida. Não concordava com a obsessão por esta vida que não lhe trazia o principal. Esperanças iam se desfazendo ao seu redor, ele via isto nos rostos dos amigos e familiares. Liberdade não mais se esperava. Certo dia se enche de tudo e propõe uma alternativa: "Deixemos de nos preocupar com nossos umbigos e passemos a nos preocupar com a comunidade". Ouvira falar de Confúcio de Sócrates, alguns pensadores de  outras culturas. Ouvira sobre a mitologia e não entendia porque o medo do Hades. Ele não acreditava em uma vida pós morte, apenas tentava transformar esta crença em algo bom para o hoje. Ele trabalhou no consciente de seu povo p...