quinta-feira, 28 de julho de 2011

Projeto Haarp


O projeto High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP) (em português: Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) é uma investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alasca com o propósito oficial de "entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância".

Iniciou-se em 1993 para uma série de experimentos durante vinte anos. É similar a numerosos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, e tem um grande número de instrumentos de diagnóstico com o objetivo de aperfeiçoar o conhecimento científico da dinâmica ionosférica.
O HAARP utiliza uma tecnologia de ondas de rádio super-potentes concentradas  num raio e aquecendo zonas da ionosfera. Estas ondas eletromagnéticas regressam à superfície terrestre penetrando em tudo (Seres vivos ou não).
As emissões de alta freqüência do Haarp podem causar danos desconhecidos na atmosfera, poderia ampliar artificialmente a composição de ozônio, de nitrogênio ou outros gases. Podem modificar a composição molecular de certa região da atmosfera. Por meio destas antenas (36 no total), o projeto Haarp pode transportar bilhões de watts de energia para a atmosfera, fazer ferver a ionosfera transformando-a numa antena e enviando os reflexos de volta para a terra. Enviam para o alto ondas ELF de freqüência ultra baixa que regressarão em ondas longas. Em breve tencionam aumentar o numero de antenas para 360.

Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estava estudando "formas de manipular as cargas da Terra e do céu, influenciando, assim, o clima "mediante a utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a atmosfera sobre determinada área.
O Haarp pode inclusive influenciar o comportamento humano através de ondas de interferências magnéticas, podem ainda desabilitar equipamentos de comunicação eletrônicos utilizando pulsos eletromagnéticos  controlados.
Podem causar terremotos usando freqüências de som que causem ressonâncias nas placas tectônicas.

Teoricamente é possível produzir terremotos ou pontos de ruptura por microondas, através da expansão das moléculas de água do interior das rochas.
O Projeto HAARP iniciou-se na década de 90, financiado pelo Pentágono, está sob coordenação da USAF  através da universidade do Alasca  e da USNAVY através do Naval Research Laboratory . 
Para fins militares o Haarp teria várias aplicações, por exemplo inutilizar equipamentos eletrônicos do inimigo, detectar mísseis e aviões de baixo nível, detectar depósitos subterrâneos de armamento de um país inimigo ou armas nucleares, novo sistema de comunicações entre submarinos, etc.
Os EUA investiram dezenas de milhões de dólares para essa tecnologia de tomografia de penetração da terra, intensas radiações podem usar-se para observação da terra a km de profundidade. Acontece que essas freqüências elevadas perturbam as funções cerebrais humanas.

O próprio  "Airpower journal" em 1996 disse que o exército americano está  desenvolvendo armas psicotronicas e eletrônicas, não letais, para afetar humanos.
Todas as tecnologias atômicas e eletrônicas(desde as de aplicação doméstica até as armas nucleares) irradiam partículas energéticas. Conquanto os impactos imediatos da poluição eletromagnética causada por humanos sejam geralmente imperceptíveis, as conseqüências a longo prazo para a biosfera podem ser profundos. E nós estamos aqui dando milho aos pombos!
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