terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Sentido da Vida



Qual o verdadeiro SENTIDO da VIDA?!

Esta pergunta é tão comum, que já nem causa mais estranhamento naquele que a ouve. E numa praticidade, encontra-se de imediato a resposta que define um provável sentido para a vida.

Se observamos a pergunta, percebemos o quanto ela é OBJETIVA. O que nos permite perceber que quando pergunta-se “Qual o SENTIDO da VIDA?!”... não é o mesmo que estivessem nos perguntando “Qual o SENTIDO da SUA VIDA?!”.
É preciso focar, que estamos à procura de saber o verdadeiro sentido da vida em si, e não o sentido da vida para você, para mim ou para ele!!

Mas é muito prático e comum encontrarmos sempre o sentido da vida para nós e não o sentido da vida em si, pois somos nós quem vivemos a vida, e somos nós quem podemos detalhá-la.

Para o filósofo Friedrich Tiedemann, buscar o SENTIDO DA VIDA é o mesmo que buscar a “interpretação do relacionamento entre o SER HUMANO e SEU MUNDO".
Jesus foi ao cerne da questão ao dizer: "Eu sou... a vida" (João 14.6).
Porque depois disso, o apóstolo Paulo disse sobre o SENTIDO da SUA VIDA: "Porquanto, para mim o viver é Cristo" (Filipenses 1.21).
O filósofo Heráclito de Éfeso dizia que o SENTIDO da VIDA consiste na verdadeira felicidade, e destacou: "Se a felicidade estivesse nos prazeres do corpo, diríamos felizes os bois, quando encontram ervilhas para comer".
Ao dizer isto, ele nos lembrou perfeitamente que os bois vivem o atual momento (presente), e para eles não existe o (passado) e nem o (futuro), como na mente humana.

Já para o filósofo Aristóteles, a “verdadeira felicidade só seria alcançável num estado de indiferença sobre tudo aquilo que nos rodeia”.
Pois ele afirmava que só a indiferença pelas coisas que nos rodeia, privilegiando-nos com uma vida livre de qualquer tipo de sensação e/ou emoção, é que poderá nos indicar a verdadeira felicidade.

E para Epicuro de Samos, o SENTIDO da VIDA arraigou-se, não na busca e no alcance da verdadeira felicidade, mas na satisfação de desejos e prazeres.
Epicuro destacou: “O prazer é a ausência de dor”.

Na antiguidade, os filósofos tentaram de toda forma encontrar a resposta para o verdadeiro SENTIDO DA VIDA, mas como podemos perceber, esta pergunta se estende a tal ponto, que a sua resposta passa a variar de pessoa para pessoa, de experiências para experiências... pois esta pergunta não parece possuir uma única resposta, mas uma miríade de respostas, permitindo-se assim, provar para o SER HUMANO que o chão da sua existência é indecifrável.

Será que o sentido da vida está em sabermos que a mesma é limitada pela morte?!

E se imaginarmos que ela não terminará, como indica a palavra: “E esta é a promessa que Ele nos fez: a vida eterna”. (1 João 2:25).

Seria este o novo sentido para a vida?!

Para um feto que está sendo gerado ainda no ventre de sua mãe, existe um SENTIDO de VIDA para ele?!

É surpreendente vermos como o nascimento de um filho dá SENTIDO à vida de seus pais. E que um casamento insere SENTIDO na vida de um casal que se ama. E que uma invejável promoção em uma empresa dá SENTIDO para a vida de um funcionário...

Para alguns o SENTIDO da VIDA está na amizade, para outros está em andar de carro novo, para outros encher uma biblioteca de livros, para outros namorar...etc..eticétera....

Por que indagamos e não aceitamos que um cristão tenha encontrado em sua fé, o SENTIDO da SUA VIDA em Deus?!

Por que não aceitamos que um ateu tenha encontrado SENTIDO em SUA VIDA, sem precisar e acreditar que existe Deus?!


Seríamos capazes de explicar qual o verdadeiro SENTIDO da VIDA?! Ou simplesmente tentamos explicar e não conseguimos encontrar argumentos, porque vivemos em busca de um verdadeiro SENTIDO para as nossas VIDAS?!


"O SENTIDO da VIDA depende de nós.....talvez, para uma grande maioria, ele nem exista mais...ou simplesmente nunca existiu..". (PAULINHA)



PAULINHA
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