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Refletindo sobre a privatização das rodovias (livre das gaiolas ideológicas)

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Sinceramente, não sou contra que as rodovias sejam entregues à iniciativa privada, desde que possamos usufruir de serviços de qualidade que proporcionem mobilidade, conforto e segurança aos usuários. Tendo em vista que uma expressiva parcela da produção agrícola e industrial do país é transportada por meio de caminhões nas rodovias, toda a nossa economia tende a ganhar com as melhorias previstas no Programa de Investimentos e Logística (PIL). Lembremos, por exemplo, de quem faz comércio exterior e depende do transporte terrestre para exportar/importar, sendo certo que hoje o Brasil já não dispõe mais de tantos recursos como no começo da década devido á crise. Entretanto, faço uma crítica quanto ao fato do governo federal ainda não ter incluído nos últimos editais de privatização das estradas a construção de uma faixa cicloviária , o que considero fundamental para alavancarmos o turismo neste nosso Brasil. Trata-se, pois, de considerarmos uma tendência cada vez mais crescente...

E como fica o direito de acesso dos portadores de deficiência visual nas nossas cidades?!

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De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), eis que, no final do segundo milênio, o Brasil já tinha 24,5 milhões de pessoas com necessidades especiais, dentre as quais 16,6 milhões (ou 57%) seriam portadoras de alguma dificuldade permanente para enxergar. Chegando ao censo de 2010, a pesquisa investigou os principais tipos de deficiência (visual, auditiva, motora e mental/intelectual) e, também verificou o grau de severidade delas. Os resultados revelaram que, no Brasil, quase ¼ da população (23,9%) teria algum tipo de deficiência, o que significa cerca de 45,6 milhões de pessoas (praticamente o dobro do censo anterior). Como é cediço. a nossa Constituição Federal de 1988 faz menção aos portadores de deficiência em 7 de seus 250 artigos. E, por sua vez, a Lei Federal n.° 7.853/89 garante aos portadores de deficiência a atenção governamental às suas necessidades, definindo a matéria como obrigação nacional a cargo do Poder Público e d...