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Mostrando postagens com o rótulo crise econômica

“Em 2017, as escolhas ditarão o futuro”

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Por Marcus Pestana * Tempos nebulosos. O país mergulhado na maior crise de sua história recente. Os nervos à flor da pele. Desemprego batendo à porta de milhões de trabalhadores. Recessão profunda. Situação fiscal gravíssima. Juros estratosféricos. Investimentos, consumo e produção em queda. As vísceras da corrupção, sistêmica e institucionalizada, expostas a céu aberto. Crises políticas recorrentes. As feridas do impeachment ainda não cicatrizadas. Tropeços marcam o relacionamento entre os Poderes da República. A temperatura na sociedade é crescente. A insatisfação popular é evidente. A intolerância e o sectarismo explodem nas ruas e nas redes sociais. A sociedade brasileira exige tolerância zero com a corrupção. Ela mina a confiança da população no sistema político. E é ele que pode produzir as decisões necessárias para tirarmos o país do atoleiro. Os espaços de diálogo se estreitam. A Lava Jato configura-se como processo irreversível que está passando o país a limpo. Dia...

A pergunta que não quer calar: existe governo no Rio?

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Por Luiz Paulo * Para onde vamos? O governo do Rio de Janeiro estourou o limite de endividamento, hoje superior a 200%; tomou empréstimos para fazer investimentos político-partidários eleitorais, conveniando com municípios, para fazer pavimentação de ruas a rodo, em atribuição que não era da competência do Estado, portanto, puro populismo e interesse eleitoral. Tudo isso tornou pior nossa situação financeira, deixando-nos na penúria em que vivemos hoje. Mas não foi só isso. Expandiram serviços na Saúde, com as UPAs, e, na Segurança Pública, principalmente com as UPPs, prevendo recursos que viriam do pré-sal e que nunca chegaram. O orçamento da função Segurança Pública, chegou a ser quase a soma da Saúde com Educação - 12 bilhões de reais - contra 5 bi, aproximadamente, da Saúde e contra 6 bi da Educação. Isto é uma inversão total. Porque a lógica diria que as funções principais são Educação e Saúde.  Aqui no Rio de Janeiro, instalou-se essa inversão, aí...

A luz no fim do túnel

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Por Marcus Pestana A herança maldita do governo Dilma deixou o país à beira do abismo. A aguda crise fiscal e a total perda de credibilidade da política econômica e institucional nos colocaram numa verdadeira enrascada. Recessão, desemprego, juros estratosféricos, inflação resistente, endividamento alto se combinaram com a corrosão acelerada da base de apoio político e social ao governo do PT, culminando no afastamento da presidente. Não havia notícia boa e era cada vez mais difícil alimentar a esperança em dias melhores. Mas de forma lenta e firme começa a surgir luz no fim do túnel. É verdade que o presidente Michel Temer não tem a força e a legitimidade das urnas. Mas tem experiência, serenidade e habilidade política. A relação com o Congresso Nacional mudou da água para o vinho. E a prova disso foi a maiúscula vitória por 366 votos na aprovação, em primeiro turno, da PEC 241, que limita a expansão dos gastos públicos e inicia o ajuste necessário. Isso foi essencial p...

PEC 241: uma janela para o futuro

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Por Marcus Pestana Na última segunda-feira votamos, na Câmara dos Deputados, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição 241/2016, que limita a expansão do gasto público pelos próximos 20 anos. Ainda teremos a votação em segundo turno no final de outubro e, em novembro, a votação no Senado. A simples aprovação dessa medida gerará uma melhoria significativa das expectativas: a Bolsa, o câmbio e a taxa de juros devem reagir positivamente, favorecendo a retomada dos investimentos e a geração de empregos. A agenda central da sociedade é a superação da maior recessão de nossa história, que tem no desemprego de 12 milhões de brasileiros sua face mais dramática. A aprovação da PEC 241 é só uma janela para o futuro. Depois, virão a inevitável reforma da Previdência, a modernização das regras que regem as relações de trabalho, a melhoria de nosso sistema tributário, a mudança necessária de nosso sistema político e eleitoral e a dinamização das parcerias com o setor ...

A crise do emprego

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Por Professor Eduardo Sol * Dificilmente alguém não tem um familiar que hoje não esteja com problema de desemprego ou dívidas no banco. Os longos anos da gestão petista no comando da economia produziu um índice enorme de pessoas desempregadas. Somente em agosto de 2016, cerca de 34 mil vagas de emprego com carteira assinada foram fechadas. O último mês em que o número de contratações superou o número de demissões no Brasil foi em março de 2015. Assim, já são 17 meses consecutivos com mais vagas fechadas do que criadas no país. No acumulado dos oito primeiros meses de 2016 o deficit é de 651 mil postos formais, trata-se do pior resultado desde 2002. Nas rodas de conversas e andando pelas ruas a gente percebe que o número de pessoas desempregadas é muito grande, e o pior, a falta de renda desestimula o consumo no comércio, o que aumenta ainda mais os problemas do setor produtivo. Infelizmente é um momento caótico para a economia brasileira e demoramos muito para nos dar...

“Políticas para geração de empregos”

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Por  Rogério Fernandes A preocupação com a retomada do crescimento e superação da crise econômica é, sem sombra de dúvidas, a maior expectativa da sociedade. Certamente, os municípios, como células da organização institucional brasileira, podem contribuir decisivamente com políticas públicas e ações coordenadas para assegurar as condições necessárias aos empreendimentos produtivos, geradores de empregos e de renda. Podemos considerar que uma das principais estratégias seria evitar fatores que contribuíram para os desequilíbrios regionais, sobretudo a guerra fiscal, incentivos e anistias que permitem instalação de empresas, sem que sejam garantidos também compromissos contratuais de geração de emprego e medidas de responsabilidade social, situação que provoca instabilidade na permanência de empresas em determinados municípios ou regiões por causa de atrativos oferecidos, que sacrificam arrecadação e constroem bolsões de pobreza. Neste sentido, há que se mobilizar ...

"O Brasil que a gente ama e a gente cuida"

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Por  Juvenal Araújo Com o fim da Olimpíada, ficaram a tristeza e a saudade, após vermos tantos jogos espetaculares em nosso país. Vivenciamos algumas experiências fantásticas, vendo atletas brasileiros se tornando os melhores em suas modalidades, e também nos emocionando com histórias de atletas de outros países. Não há uma festa como a Olimpíada, é a celebração da diversidade e de todas as virtudes do esporte. Pela primeira vez em terras tupiniquins, a Olimpíada foi um marco em nossa história. Logo após uma crise sem precedentes, que nos tirou a esperança e que nos fez duvidar de nós mesmos, ganhamos um estímulo, um banho de auto-estima, para voltarmos ao rumo de desenvolvimento que vinhamos seguindo já há alguns anos. Caminho que deixamos de seguir com Dilma, que teve o suporte de seu companheiro Lula, que introduziram pesadas doses de populismo ao governo levando-nos ao fracasso. Se é nos momentos difíceis que podemos nos superar e nos reinventar, nessa Olimpía...

"Improvável retorno de Dilma significaria instaurar caos político e econômico"

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Por Rogério Marinho Um improvável retorno de Dilma Rousseff à presidência da República significaria instaurar caos político e desastre econômico. Em 13 anos de poder, o PT atrasou o Brasil. Há tudo por fazer: reformas da previdência, trabalhista, política e tributária são exemplos. Os avanços obtidos na área social e econômica foram perdidos e o país ficou em risco em função da irresponsabilidade fiscal, do aparelhamento do estado, da gestão temerária e populista, além da institucionalização da corrupção em nome de um projeto de manutenção de poder a qualquer custo. Nossos fundamentos econômicos, tão duramente conquistados a partir da implantação do Plano Real, foram destroçados. Saquearam as instituições, tomaram as escolas e universidades em busca da hegemonia do pensamento marxista e propagandas políticas partidárias, fragilizando a qualidade do ensino e afrontando a Constituição, dividiram a população e confundiram os destinos do país com os ditames do PT. O Estado f...

Lamentações de um trabalhador que sofre

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Em mais uma madrugada de sono perdido, o trabalhador brasileiro, agora um desempregado pela crise econômica, ergue os olhos para as montanhas e indaga de onde o seu socorro possa vir. No entanto, apesar de ter fé, nenhuma ajuda chega em sua direção pois os que criaram a ordem política e social fazem de tudo para se beneficiar das sobras dos recursos do país que eles próprios contribuíram para escassear. Se quando deixou a empresa em 2015, o trabalhador ainda conseguiu por um tempo obter uma pequena renda extra (a princípio um pouco maior do que seu salário líquido quando era empregado), agora a situação está complicada. Com mais pessoas na mesma situação que ele, tornou-se arriscado aventurar-se nas águas do empreendedorismo porque os seus clientes já não têm tanto dinheiro para comprar os produtos que vende de porta em porta. Menos ainda acompanharem os necessários reajustes inflacionários. As dívidas vão se acumulando nas contas do trabalhador, o qual já não se sente al...