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Mostrando postagens com o rótulo amor

Incluir o amor na vida da nossa nação

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No Dia da Bandeira, o deputado   Chico Alencar   (PSOL-RJ) retomou uma proposta de enorme significado simbólico e político: o   Projeto de Lei n.°  5.883/2025 , que propõe incluir a palavra   “Amor”   no lema da bandeira nacional, transformando o famoso “Ordem e Progresso” em   “Amor, Ordem e Progresso” . Para muitos, a bandeira é apenas um símbolo visual, algo de cerimônia. Porém, há momentos em que ela pode — e deve — nos lembrar de ideais mais profundos.  O projeto do deputado Alencar é exatamente isso: não se trata de uma simples reformulação estética, mas de resgate de uma filosofia original, a do positivismo comtiano, onde “amor por princípio” não era uma frase de efeito, mas a base moral de uma visão de mundo. Aqui no meu  blog , na postagem  Protejam o vermelho e o verde no Brasil! , de 12/02/2024, já escrevi sobre a importância de preservar e ressignificar nosso símbolo maior — de enxergá-lo como algo vivo, mais do que histórico...

Sexo e Carnaval

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Por Hélio Couto Quando se separa o sexo do amor, todo tipo de conseqüências ruins aparecem.  Lembrem que tudo que atrapalha nossa evolução afetiva, mental e emocional também é ruim pros negócios. O sexo nos seres humanos tem de ser uma expressão de amor. Quando é separado da afetividade, causará problemas físicos, mentais e emocionais naquele que está manipulando ou fazendo sexo sem amor. A baixa auto-estima é inevitável. Desvalia, desmerecimento e vazio interior. Um orgasmo sem afeto é nos seres que tem auto-consciência um ato biológico apenas e se o problema é descarregar essa tensão, qualquer masturbação resolve isso. Sexo como agressão, poder ou domínio criará profundas somatizações emocionais e espirituais. Quando mais se faz isso mais se afasta da essência interior; da Fonte da própria pessoa. Essa é a visão do mais profundo nível da personalidade. Onde todos os problemas ou soluções estão. Nossa sociedade está tão afastada do sentimento de amor com sexo e de se...

EU CHOREI

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Por Guiomar Barba Chorei pelo ódio revelado. Chorei pelo cristianismo falsificado. Chorei pela bíblia convenientemente distorcida . Chorei pelos irmãos deletados. Chorei pelas amizades rompidas; Chorei pelos “amigos” que descobri; Chorei pela família estremecida; Chorei pelo caos estabelecido. Chorei pelas armas apontadas; Chorei pelo Brasil tinto de sangue; Chorei pelo riso frio diante dos mortos; Chorei pelas viúvas, pelos pais e os órfãos. Chorei por mim e pelo nosso Brasil; Chorei pelo amor esquecido: Chorei pela igreja sem sal, sem luz. Chorei, pranteei, até a exaustão.

Inseguranças na calada da noite – Confissões do Ex Endemoninhado Gadareno ao seu amor Annabelle

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Agora são 02h 05min da manhã e não me surpreendo de estar acordado. Se fosse assim h á um ano eu não teria sido surpreendido por minhas ações. Apanhado desprevenido, ou até mesmo envergonhado de mim mesmo. Eu não ligava pelo o que pensavam ou falavam de nós... Mesmo que prendessem meus pés e minhas mãos, eu arrebentaria, quebraria, me livraria, para estar ao seu lado. Meus demônios era m a céu aberto. Nos sepulcros. Sem mascaras, sem roupas e sem casa. Para que todos pudessem ver. Eu tinha vergonha, sentia ciúmes e era pegajoso. E tudo isso era por causa de você, cuja única esperança de tê-la eternamente era controlando os seus atos, suas ações, sua vida. Eu estava inseg uro. Em algum ponto da nossa relação, de alguma maneira eu não controlava as emoções e isso me machucava. Sabia que eu nunca seria forte o suficiente para ir embora da sua vida. Não era simples me livrar de você, tentei várias vezes e depois de numerosas tentativas falhadas, descobri que o...

"Eu te amo?"

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Por Márcio Alves   Quando dizemos “eu te amo”, há quem (ou, o que) realmente amamos? Dito de outra forma: quando declaramos nosso amor, a quem (ou, o que) nos dirigimos? Lendo Freud (fundador da psicanálise), Nietzsche (filósofo) e Pascal (filósofo cristão), - só “peso pesados” - cheguei alguns possíveis “palpites”, que talvez, desagradem alguns “românticos” de plantão – se estiver amando então, vixi, nem se fala: pode acabar ficando “chateado” comigo. Primeira possibilidade (baseado em Pascal): amamos nunca a pessoa "em si", sua "essência", por assim dizer – ou como diz alguns: (mentirosos?) o “eu” "interior" da pessoa – mas sim os seus "atributos": "gostosa" – ela me excita; "bonita" – ela me encanta; "carinhosa" e "atenciosa" – ela me cativa; "fiel" e "companheira" – ela ganhou minha confiança e admiração; e assim, podemos (se procurarmos) encontrar mais atributos. O ...

Seria errado colocar os pais numa casa de repouso?

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Muitas pessoas de bem, quando chegam a uma certa etapa de suas vidas, deparam-se cedo ou tarde com um preocupante problema: como manter o pai ou a mãe dentro de casa quando um deles, ou ambos, numa avançada idade, tornam-se doentes e passam a depender dos cuidados especiais de alguém? Nessas horas difíceis, uns permanecem até o fim ao lado de seu genitor e compartilhando do mesmo ambiente enquanto que outros contratam um enfermeiro, ou um ajudante capacitado, para tal objetivo. Porém, há filhos que, por variadas razões, optam pelos serviços de uma  casa de repouso , termo que hoje em dia seria mais digno do que o vocábulo asilo. Ocorre que o fato dos filhos tomarem a decisão de colocar os pais num lar para idosos ainda é muito mal vista dentro da nossa sociedade. Principalmente pelas mentes hipócritas mais julgadoras sempre prontas a atirar a primeira pedra no outro sem nem ao menos conhecerem de perto a realidade fática de cada caso. Muitos até consideram essa atitud...

A aceitação total ao invés do afeto condicional

Tem-se constatado que muitos dos transtornos emocionais das pessoas têm originem num "amor condicional" praticado no meio familiar. Se é que podemos chamar de amor uma atitude de aceitação que se baseie na constatação de resultados como podemos observar na concepção legalista da divindade muito bem expressa pelo autor sagrado quando escreveu sobre Caim : "Se procederes bem, não é certo que serás aceito?" (Gênesis 4:7 a ; ARA) Essa história bíblica sobre o primeiro homicida da humanidade tem muito a nos ensinar acerca da carência emocional que temos. O filho mais velho do casal expulso do Paraíso, tido como o arquétipo dos homens maus, representa o adulto imaturo refém do próprio sentimento de rejeição. Alguém que tentou agradar, não conseguiu baseando-se unicamente no seu auto-esforço e, enfim, se decepcionou com a Vida. A psicóloga Elisa Goulart , em seu livro Viver sem drogas: um projeto reeducativo para o homem , 1ª edição, publicado por uma editor...