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Mostrando postagens com o rótulo liberdade

Não se deixe engaiolar!

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Sem querer generalizar, mas essa imagem acima retrata o que muitas das vezes acontece com as pessoas.  Não permita que a sua igreja vire uma gaiola!  Congregar com irmãos jamais significa abrir mão da sua liberdade de opinião, de VOTAR no candidato que acredita lhe representar e de fazer as suas escolhas existenciais. Um ótimo domingo a tod@s!❤️

Um debate ainda necessário

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Estava lendo no Facebook a postagem "USUÁRIO É CRIMINOSO/", do deputado estadual Carlos Minc (PSB), anunciando um debate previsto para ocorrer na sexta-feira desta semana, na ALERJ. Segundo o texto : "Na próxima sexta-feira (17/04), teremos nosso encontro anual de debate e luta por uma política democrática de drogas.    Reuniremos representantes da sociedade civil, especialistas e autoridades públicas para responder à pergunta: usuário é criminoso? E para discutir o tratamento que as políticas públicas devem dar aos usuários de drogas. Este ano, o debate ganha ainda maior relevância por causa da proposta, em tramitação no Congresso, de proibir o porte de qualquer quantidade de droga; igualando usuário e traficante. Essa medida tem sido duramente criticada pelos principais especialistas no tema porque, além de inconstitucional, contribui com a estigmatização dos usuários, com o aumento da população carcerária e com a manutenção da falida guerra às drogas e aos pobres.  ...

Um futuro com "panem et liber"

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Outro dia, no  Facebook , um internauta apresentou-me uma questão através da área de comentários numa das postagens recentes do meu perfil pessoal. Em sua fala, ele colocou o seguinte que passo a citar com correções: "(...) entenda que esse planeta assim como outros que foram habitados também vão sumir, acabar. Acho que o senhor já se deu conta do quanto a tecnologia está acabando com os empregos. De um lado, ela leva prazer a quem a utiliza e, por outro, ela vem para dissipar milhões de emprego. E quem não se atualizar vai ficar no sub-emprego. Eu lhes pergunto, Dr. Pessoas estão a cada dia mais perdendo seus empregos. Empresários fechando as portas, os pequenos e médios então nem se falam. O que fazer, doutor, ainda mais em cidades em que a tecnologia demora mais a chegar, mas chega e, quando chega, as pessoas não estão preparadas para ela. Aí vem quem se preparou e leva o pouco que tem?" Confesso que, há mais de duas décadas, penso a respeito disso e...

Justiça e liberdade, passando o Brasil a limpo

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Por Marcus Pestana “Se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo” (Albert Camus). A discussão sobre a convivência entre liberdade e justiça sempre ocupou lugar central no pensamento humano. A princípio, a liberdade deveria ser ilimitada. Mas o exercício da liberdade de um pode se transformar na opressão de direitos de outros. As leis nasceram para arbitrar os conflitos de interesse e permitir a convivência social com um mínimo de estabilidade e harmonia. Ao sistema judiciário cabe garantir o império das leis e sua efetividade no julgamento e na punição de crimes. Como quis Platão: “O juiz não é nomeado para fazer favores com a justiça, mas para julgar segundo as leis”. E ela não pode tardar. Como disse nossa grande mineira, presidente do STF, Cármen Lúcia: “Se tarda, ela falha”. No Brasil era corrente a visão de que cadeia e justiça eram só para os pobres, os “ladrões de galinha”, e não para os crimes de colarinho-branco. Ledo engano...

Você acha que você é livre mesmo?

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Por Márcio Alves   Penso que a liberdade “verdadeira” - no sentido de não ser ilusória, autoenganosa – passa pela tomada de consciência de que somos, em um certo nível, “escravos”. Parece paradoxal (e, é), mas aqui, a grande virada de "chave", está em reconhecer nossos próprios limites, nossas próprias amarras, e assim, podermos verdadeiramente agir, dentro dos limites do nosso próprio "cárcere". Posso aqui citar, inúmeros exemplos de prisões: somos prisioneiros de nossos próprios afetos - não se escolhe não amar que você ama; somos prisioneiros de nossa biologia – mesmo que queiramos, não podemos, por mera decisão (e sem equipamento) voar, pois nossa constituição anatômica não permite; psicanaliticamente falando, somos prisioneiros do nosso inconsciente – fazemos coisas alegando ser por um motivo, mas inconscientemente, fazemos por outro; prisioneiros da nossa situação socioeconômica – posso desejar (e fazer planos) de morar em Paris, mas se for p...

A vida privada do militar não interessa ao Comando

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Enquanto tem um monte de gente que morre precisando de um resgate por falta de agentes estatais disponíveis para prestar socorro imediato, o comando do 7º Grupamento do Corpo de Bombeiros do Paraná determinou que a soldado  Lilian Villas Boas , de 32 anos, seja presa por oito dias. Tudo porque ela participou de um ensaio fotográfico sensual para um projeto do fotógrafo  Arnaldo Belotto  no mês fevereiro deste ano. Nas imagens, a bombeira aparecia com parte dos seios à mostra. Tudo poderia ter ficado no esquecimento caso uma delegada civil daqui do Rio de Janeiro não tivesse printado as fotos e as encaminhado ao comandante em Curitiba. Por causa da representação sofrida, Lilian teve que responder a um processo processo disciplinar vindo a ser condenada. Segundo a nota de punição, publicada em um boletim interno da unidade militar, a aplicação da pena se deu por ela ter exposto "a intimidade e privacidade de seu corpo". Data venia , essa foi uma decisão q...

Escravidão que ainda não terminou

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Há exatos 128 anos atrás, era sancionada pela regente Dona Isabel a Lei Imperial n.º 3.353, cujo projeto foi de autoria do então Ministro dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, o Conselheiro Rodrigo Augusto da Silva (1833 - 1889). Conhecida também como a Lei Áurea , tal norma formalizou a extinção do trabalho escravo no país, representando a conquista de uma heroica luta pelo abolicionismo, a qual marcou a segunda metade do século XIX. Embora sem prever qualquer indenização aos fazendeiros. a referida lei de apenas dois artigos tão pouco foi capaz de promover uma justa inclusão social dos quase um milhão de ex-escravos que estariam deixando para trás as senzalas. Estes sofreram consequências muito piores do que a desorganização das lavouras brasileiras. Aliás, nos próprios debates ocorridos no Senado brasileiro, Paulino de Souza chamou a atenção de seus pares para o abandono em que ficariam os libertos em situação de desvantagem: "É desumana [a le...