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Mostrando postagens com o rótulo desemprego

Um futuro com "panem et liber"

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Outro dia, no  Facebook , um internauta apresentou-me uma questão através da área de comentários numa das postagens recentes do meu perfil pessoal. Em sua fala, ele colocou o seguinte que passo a citar com correções: "(...) entenda que esse planeta assim como outros que foram habitados também vão sumir, acabar. Acho que o senhor já se deu conta do quanto a tecnologia está acabando com os empregos. De um lado, ela leva prazer a quem a utiliza e, por outro, ela vem para dissipar milhões de emprego. E quem não se atualizar vai ficar no sub-emprego. Eu lhes pergunto, Dr. Pessoas estão a cada dia mais perdendo seus empregos. Empresários fechando as portas, os pequenos e médios então nem se falam. O que fazer, doutor, ainda mais em cidades em que a tecnologia demora mais a chegar, mas chega e, quando chega, as pessoas não estão preparadas para ela. Aí vem quem se preparou e leva o pouco que tem?" Confesso que, há mais de duas décadas, penso a respeito disso e...

“Em 2017, as escolhas ditarão o futuro”

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Por Marcus Pestana * Tempos nebulosos. O país mergulhado na maior crise de sua história recente. Os nervos à flor da pele. Desemprego batendo à porta de milhões de trabalhadores. Recessão profunda. Situação fiscal gravíssima. Juros estratosféricos. Investimentos, consumo e produção em queda. As vísceras da corrupção, sistêmica e institucionalizada, expostas a céu aberto. Crises políticas recorrentes. As feridas do impeachment ainda não cicatrizadas. Tropeços marcam o relacionamento entre os Poderes da República. A temperatura na sociedade é crescente. A insatisfação popular é evidente. A intolerância e o sectarismo explodem nas ruas e nas redes sociais. A sociedade brasileira exige tolerância zero com a corrupção. Ela mina a confiança da população no sistema político. E é ele que pode produzir as decisões necessárias para tirarmos o país do atoleiro. Os espaços de diálogo se estreitam. A Lava Jato configura-se como processo irreversível que está passando o país a limpo. Dia...

A crise do emprego

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Por Professor Eduardo Sol * Dificilmente alguém não tem um familiar que hoje não esteja com problema de desemprego ou dívidas no banco. Os longos anos da gestão petista no comando da economia produziu um índice enorme de pessoas desempregadas. Somente em agosto de 2016, cerca de 34 mil vagas de emprego com carteira assinada foram fechadas. O último mês em que o número de contratações superou o número de demissões no Brasil foi em março de 2015. Assim, já são 17 meses consecutivos com mais vagas fechadas do que criadas no país. No acumulado dos oito primeiros meses de 2016 o deficit é de 651 mil postos formais, trata-se do pior resultado desde 2002. Nas rodas de conversas e andando pelas ruas a gente percebe que o número de pessoas desempregadas é muito grande, e o pior, a falta de renda desestimula o consumo no comércio, o que aumenta ainda mais os problemas do setor produtivo. Infelizmente é um momento caótico para a economia brasileira e demoramos muito para nos dar...

“Políticas para geração de empregos”

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Por  Rogério Fernandes A preocupação com a retomada do crescimento e superação da crise econômica é, sem sombra de dúvidas, a maior expectativa da sociedade. Certamente, os municípios, como células da organização institucional brasileira, podem contribuir decisivamente com políticas públicas e ações coordenadas para assegurar as condições necessárias aos empreendimentos produtivos, geradores de empregos e de renda. Podemos considerar que uma das principais estratégias seria evitar fatores que contribuíram para os desequilíbrios regionais, sobretudo a guerra fiscal, incentivos e anistias que permitem instalação de empresas, sem que sejam garantidos também compromissos contratuais de geração de emprego e medidas de responsabilidade social, situação que provoca instabilidade na permanência de empresas em determinados municípios ou regiões por causa de atrativos oferecidos, que sacrificam arrecadação e constroem bolsões de pobreza. Neste sentido, há que se mobilizar ...

Síntese do Manifesto Convivialista: declaração de interdependência

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Jamais a humanidade dispôs de tantos recursos materiais e competências técnicas e científicas. Considerada em sua globalidade, ela é rica e poderosa, como ninguém nos séculos anteriores poderia imaginar. Nada comprova que ela esteja mais feliz. Porém, nenhuma pessoa deseja voltar atrás, pois todos percebem que, cada vez mais, novas possibilidades de realização pessoal e coletiva se abrem todos os dias. Mas, por outro lado, ninguém pode mais acreditar que essa acumulação de poder possa prosseguir indefinidamente, tal qual em uma lógica de progresso técnico inalterada, sem se voltar contra ela mesma e sem ameaçar a sobrevivência física e moral da humanidade. As primeiras ameaças que nos assaltam são de ordem material, técnica, ecológica e econômica. Ameaças entrópicas. Somos muito mais incapazes de sequer imaginar respostas para o segundo tipo de ameaças. Ameaças essas de ordem moral e política. Ameaças que podemos qualificar como antrópicas. O problema primordial A con...